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Campinas atinge umidade de 19,1% e entra em estado de alerta durante a manhã

O estado de alerta ocorre quando a umidade relativa do ar está reduzida e em índice crítico, com porcentagem entre 12% e 20%

| ACidadeON Campinas

Campinas tem enfrentado dias de tempo seco, com umidade em índices críticos (Foto: Denny Cesare/Código19)

Campinas entrou em Estado de Alerta logo na manhã desta terça-feira (20) após a cidade registrar as 9h40 a o índice de umidade relativa do ar em 19,1%. O boletim foi divulgado pelo Departamento de Defesa Civil, segundo medição registrada pela Estação Ciiagro/IAC Campinas Região Norte.

O estado de alerta ocorre quando a umidade relativa do ar está reduzida e em índice crítico, com porcentagem entre 12% e 20%. Já o estado de atenção, é caracterizado por índice entre 20% e 30%. 

Desde o início do mês a cidade tem tido boletins consecutivos sobre a baixa umidade do ar. Ontem, a cidade entrou em estado de alerta após atingir o índice de 19,4% às 11h40.

Entre as várias recomendações para fases de queda da URA, a principal é aumentar a hidratação corporal, ingerindo água à vontade. Idosos e crianças devem receber atenção especial para não desidratar.

ORIENTAÇÕES:

- suprimir exercícios físicos e trabalhos ao ar livre entre 10 e 16 horas;
- evitar aglomerações em ambientes fechados;
- usar soro fisiológico para olhos e narinas
- umidificar o ambiente com uso de vaporizadores, toalhas molhadas, recipientes com água; molhar jardins etc;
- sempre que possível permanecer em locais protegidos do sol, em áreas arborizadas;
- aumentar o consumo de água.

Operação Estiagem

Desde o início de maio, a Defesa Civil de Campinas realiza a Operação Estiagem, para monitorar e prevenir danos causados pela estação mais seca do ano.

O acompanhamento da URA deflagra informes da Defesa Civil para a comunidade e são tomadas medidas preventivas pelos órgãos municipais.

A baixa umidade do ar causa danos para a saúde, aumentando o risco e o agravamento de problemas respiratórios e podendo levar à desidratação e sobrecarga no organismo de pessoas com doenças cardíacas. Também prejudica o meio ambiente, com mais ocorrências de incêndios em áreas de vegetação.


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