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PF cumpre mandado na região em operação contra suspeitos do mega-assalto em Araçatuba

Na região de Campinas, mandado é cumprido em Monte Mor

| ACidadeON Campinas -

PF faz nova operação contra mega assalto (Foto: Divulgação PF)

A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (16) uma nova fase da operação que investiga os responsáveis pelo mega assalto a bancos que levou terror a cidade de Araçatuba no final do mês de agosto. O roubo a agências bancárias deixou três mortos na cidade e cinco feridos

Na manhã de hoje, mais de 90 policiais federais, com o apoio operacional da Polícia Militar cumprem 16 mandados de prisão e 21 mandados de busca e apreensão. 

Na região de Campinas, mandados são cumpridos na cidade de Monte Mor. Outros mandados também são cumpridos em Araçatuba, São Paulo, Osasco, Santo André, Guarulhos e Foz do Iguaçu. Todos eles foram expedidos pelo juízo da 1 º Vara Federal da Subseção Judiciária de Araçatuba. 

A INVESTIGAÇÃO 

Antes do desencadeamento da ação de hoje, a PF já havia realizado a prisão de 17 pessoas envolvidas nos crimes e cumprido 53 mandados de busca e apreensão. O último foi preso em Campinas

Além dele, na região, um homem chegou a ser preso em Campinas no dia seguinte ao ataque e confessou participação no crime, e outro suspeito foi encontrado morto em Sumaré. Em setembro e outubro, Campinas também foi alvo de operações da PF, com buscas sobre suspeitos do crime.

O CRIME 

O mega-assalto a agências bancárias deixou três mortos e cinco feridos. A ação criminosa em Araçatuba, cidade na região noroeste de São Paulo, durou cerca de duas horas, entre ataque às agências, tiroteio e fuga. A quadrilha rendeu moradores e os usou como escudo humano.

Ainda não foram divulgadas informações de quanto foi roubado. A suspeita é que pelo menos 20 criminosos tenham participado do ataque. O grupo criminoso espalhou na cidade quase 100 bombas que eram acionadas por sensor de celular.

Veículos foram queimados em vários pontos do município e da região para impedir a chegada da polícia, e drones também foram usados pela quadrilha para monitorar a ação da Polícia Militar.

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