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Campinas vai pagar adicional a médicos para enfrentar epidemia

Saúde da cidade sofre com epidemia de gripe; medida foi confirmada após reunião

| ACidadeON Campinas -

Pacientes aguardam do lado de fora da UPA Campo Grande, em Campinas (Foto: Reprodução/EPTV Campinas)
 

O prefeito de Campinas, Dário Saadi (Republicanos), confirmou nesta quarta-feira (29) que vai pagar um adicional emergencial de R$ 1.004,12 para os médicos que trabalharem nos plantões de segunda, sexta, sábado e domingo.

A medida é válida para as UPAs (Unidades de Pronto Atendimento) Anchieta, São José, Carlos Lourenço e Campo Grande e serve para reforçar o atendimento diante da epidemia de gripe e da alta de quadros e sintomas gripais na cidade.


O pagamento será feito até 31 de janeiro para os trabalhos diurnos, de 7h às 19h, e também noturnos, de 19h às 7h. O decreto, que deve ser publicado no DOM (Diário Oficial do Município) nesta quinta (30), entra em vigor em 1º de janeiro.

"O surto dessa síndrome multiplicou por cinco o total de atendimentos nas nossas unidades de saúde. O objetivo é reforçar as equipes", afirmou o prefeito.

Atualmente, o adicional já é pago para os médicos das UPAs nos plantões de Natal e Ano Novo. Além disso, segundo a prefeitura, os profissionais que atuam aos fins de semana na UPA Campo Grande já recebem o valor desde o dia 7. 

OUTRAS AÇÕES

A possibilidade da extensão do pagamento para os médicos de todas as UPAs já havia sido citada pelo presidente da Rede Mário Gatti, Sergio Bisogni, no início da tarde. Segundo ele, o decreto seria debatido em uma reunião nesta quarta. 

Além da confirmação do adicional, o encontro oficializou também a antecipação para a próxima segunda (3) da homologação do contrato com a entidade responsável pela contratação de funcionários para a UPA Campo Grande.

A assinatura estava prevista para o final de janeiro, mas, com o adiantamento, 34 médicos, 17 enfermeiros e 49 técnicos de enfermagem que trabalham na unidade, poderão reforçar as equipes de outros serviços da Rede Mário Gatti. 

A reunião também definiu a reorganização dos fluxos de atendimento de sintomáticos respiratórios nos 67 CSs (centros de saúde). Todas as unidades farão atendimento desses casos em todo o período de funcionamento.

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