Aguarde...

cotidiano

Projeto do Ministério da Saúde vai agilizar atendimento em UPAs

O projeto vai acontecer nas UPAs Sérgio Arouca, no Jardim Alto Belém, na região do Campo Grande e, na UPA São José, no Jardim das Bandeiras

| ACidadeON Campinas

Movimentação de pessoas no Centro de Campinas. (Foto: Denny Cesare/Código 19)

Duas UPAs (Unidades de Pronto-atendimento) de Campinas foram relacionadas pelo Ministério da Saúde para receberem a metodologia Lean - tipo de gerenciamento que visa evitar desperdícios (de tempo, verba, mão de obra) durante o enfrentamento ao coronavírus. A iniciativa quer melhorar o fluxo do cuidado com o paciente e organizar a rede de assistência para suporte aos hospitais próximos durante a crise. A informação foi publicada hoje no site do órgão federal.

O projeto vai acontecer nas UPAs Sérgio Arouca, no Jardim Alto Belém, na região do Campo Grande e, na UPA São José, no Jardim das Bandeiras. Elas funcionam 24 horas por dia. A Rede Mário Gatti confirmou que aceitou a proposta do Ministério da Saúde.

Além da Campinas, o processo está sendo implantado em UPAs nos estados do Ceará, Distrito Federal, Goiás e Maranhão, além de outras cidades do estado de São Paulo.   
 
LEIA TAMBÉM 
Auxílio emergencial de R$ 600 deverá ser pago até o dia 29 de maio
Contra aglomerações, Prefeitura quer acesso à localização de celulares
Confira as últimas notícias sobre o coronavírus em Campinas e na região


O projeto é uma parceria com a Universidade Federal Fluminense, do Rio de Janeiro. Segundo o Ministério, as primeiras UPAs 24h foram escolhidas a partir da situação epidemiológica dos estados, além de alguns critérios essenciais de elegibilidade como a estrutura, governança institucional e características da emergência com a prioridade estratégica.

Até o final da manhã desta terça-feira (7) Campinas somava 68 casos confirmados de coronavírus e investiga outros 882 casos suspeitos. A cidade somou quatro mortes causadas pela doença.

Segundo a Rede Mário Gatti, em Campinas a implantação do ainda não teve início e, portanto, ainda não é possível avaliar se haverá um impacto significativo no fluxo de atendimento aos pacientes.

IMPLANTAÇÃO

O Ministério da Saúde informou que o período e implantação do projeto será de seis meses com visitas técnicas em cada uma das UPAs e mais seis meses de monitoramento dos resultados alcançados.  

"Já foi comprovado que a metodologia Lean traz inúmeros resultados positivos para os atendimentos de emergência. O nosso objetivo é usar essa ferramenta de gestão para melhorar os fluxos, com agilidade e qualidade, permitindo aos profissionais de saúde que estão na ponta, tenham uma tomada de decisão mais eficaz", afirmou a diretora do Departamento de Atenção Hospitalar, Domiciliar e Urgência, do Ministério da Saúde, Adriana Melo Teixeira.

Ainda em nota, a Rede Mário Gatti informou que segue o próprio Ministério da Saúde que preconiza a divisão de assistência aos usuários que chegam ao serviço de saúde com queixas respiratórias e sem queixas respiratórias, enquanto perdurar a pandemia da Covid-19.

Mais do ACidade ON