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Especial coronavirus

Com 27 casos e uma morte, Indaiatuba libera retorno do comércio

A cidade estava em quarentena desde o dia 23 de março e a previsão era ficar até 23 de abril

| ACidadeON Campinas -

Nilson Gaspar (MDB) assinou o decreto na tarde desta quinta-feira 

O prefeito de Indaiatuba, Nilson Gaspar (MDB), publicou um decreto, no final da tarde desta quinta-feira (16), liberando a volta do comércio na cidade, após uma quarentena que entrou em vigor no dia 23 de março. A determinação vale a partir de sexta-feira.

A quarentena, na época, tinha validade por 30 dias e poderia até ser prorrogado. A cidade acumula 27 casos confirmados de coronavírus, sendo uma morte. Outras 101 ocorrências são investigadas.  
 
"O comércio e o setor produtivo da cidade estavam sofrendo muito. Estamos fazendo a flexibilização para que possamos seguir com a nossa vida", afirmou o prefeito.

De acordo com o decreto, dezenas de estabelecimentos foram colocados como serviços essenciais - confira abaixo. Outros estabelecimentos podem ser acrescidos nos próximos dias.

Os que não estão nesta lista, deverão seguir regras como: funcionar até 18h, recomenda-se a troca de turno, não passar de 30% da capacidade máxima e manter a higienização.

Os serviços e atividades não classificados como essenciais deverão substituir, sempre que possível, o atendimento presencial ao público por serviços online, por telefone, aplicativos delivery ou drive thru.  
 
"Hoje os comércios essenciais que já estão liberados, continuam, e os comércios não essenciais, com regras, para que a gente possa se ajustar, se ajudar, se unir e a gente possa seguir com a nossa vida", disse Gaspar. 
 
O decreto prevê a possibilidade de revisão das medidas  na hipótese de ocupação de 90% da capacidade da rede pública de saúde destinada ao atendimento dos casos de covid-19.

CONFIRA O QUE SÃO SERVIÇOS ESSENCIAIS

- assistência à saúde, incluídos os serviços médicos, hospitalares odontológicos, farmacêuticos, fisioterapêuticos, ópticos, laboratoriais e de vacinação ou imunização, dentre outros;

- assistência social e atendimento à população em estado de vulnerabilidade;

- atividades médico-periciais dos regimes de previdência social e de assistência social, ou indispensáveis ao atendimento das necessidades inadiáveis da comunidade, em especial para fins de reconhecimento de direitos previstos em lei;

- atividades de segurança pública e privada;

- atividades de defesa civil, incluído o monitoramento de construções que possam acarretar risco à segurança;

- transporte de passageiros, coletivo ou por táxi ou serviços de aplicativos, bem como o controle de tráfego terrestre;

- supermercados, mercados, açougues, peixarias, hortifrutigranjeiros, mercearias, quitandas, padarias, feiras livres e outros estabelecimentos de venda de alimentos, itens de higiene e limpeza e bebidas;

- distribuidoras e revendedoras de água mineral e de gás;

- telecomunicações e internet;

- serviço de call center,

- captação, tratamento e distribuição de água;

- captação e tratamento de esgoto e coleta, transporte e disposição de resíduos;

- transmissão e distribuição de energia elétrica e de gás;

- iluminação pública;

- produção, distribuição, comercialização e entrega, realizadas presencialmente ou por meio do comércio eletrônico, de produtos de saúde, higiene, alimentos e bebidas;

- serviços funerários;

- vigilância e certificações sanitárias e fitossanitárias;

- prevenção, controle e erradicação de pragas dos vegetais e de doença dos animais;

- inspeção de alimentos, produtos e derivados de origem animal e vegetal, e vigilância agropecuária;

- cuidados com animais em cativeiro, incluídos os serviços veterinários e estabelecimentos de venda de produtos e serviços para animais e agropecuários;

- serviços postais;  

- transporte e entrega de cargas em geral;

- serviço relacionados à tecnologia da informação e de processamento de dados (data center) para suporte de outras atividades previstas;

- fiscalização tributária e de posturas;

- fiscalização ambiental;

- fiscalização do trabalho;

- distribuição e comercialização de combustíveis e derivados;

- transporte de numerário;

- levantamento e análise de dados geológicos com vistas à garantia da segurança coletiva, notadamente por meio de alerta de riscos naturais e de cheias e inundações;

- atividade de assessoramento em resposta às demandas que continuem em andamento e às urgentes;

- imprensa, incluindo radiodifusão sonora, de sons e imagens, internet, jornais e revistas, entre outros, sendo vedada a restrição à circulação de trabalhadores que possam afetar o funcionamento da atividade;

- advocacia pública, englobando as atividades de representação judicial e extrajudicial, assessoria e consultoria jurídicas do poder público;

- pesquisas científicas e laboratoriais relacionadas à pandemia;

- serviços de construção civil, incluído o comércio de materiais de construção e prestadores de serviços relacionados;

- lavanderias;

- oficinas mecânicas, borracharias e serviços de manutenção de bicicletas;

- atividades de culto e assistência religiosa e espiritual;

- cabeleireiros, barbearias, salões de beleza, pedicures e manicures, mediante agendamento e atendimento individualizado;

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