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20º Parada do Orgulho LGBT de Campinas será online

Evento virtual celebra a 20º edição da segunda maior parada do estado; evento começa às 16h

| ACidadeON Campinas

Casal durante a 19ª Parada do Orgulho LGBT de Campinas, realizada em 2019 (Foto: Denny Cesare/Código 19)

A 20º Parada do Orgulho LGBT de Campinas será realizada neste domingo (28), a partir das 16h, de maneira virtual pela primeira vez, devido a pandemia de novo coronavírus (covid-19).

Considerada a segunda maior parada do estado, atrás apenas de São Paulo, a Parada do Orgulho LGBT de Campinas terá sua primeira edição da história realizada de maneira virtual, neste domingo, no Facebook da Associação da Parada e Apoio LGBT de Campinas.

O tema da 20º edição é "Histórias nossas Histórias, dias de luta para um futuro de glória" e contará com horas de shows e apresentações, incluindo um coral de libras.

"Vai ficar todo mundo em casa e a parada que vai até vocês", explica Douglas Holanda, presidente da Associação da Parada e Apoio LGBT de Campinas, em um vídeo convidando para o evento virtual.

A parada virtual será apresentada pela drag queen Helloa Meireles, e contará com shows de Pretty Luppon, Erick Barbi, DJ Cris Negrine, Roxxy Lacroix, Ítalo Saturnino, entre outros.

A transmissão do evento será ao vivo pelas redes sociais da Associação. Para acessar o Facebook do grupo, clique neste link.

SÃO PAULO

A Parada LGBT de Sâo Paulo, a maior do Brasil, foi realizada online em 14 de junho, dia em que o evento estava marcado para acontecer na Avenida Paulista.

De acordo com Renato Viterbo, vice-presidente da Associação da Parada LGBT de Sâo Paulo, a transmissão teve cerca de 11 milhões de visualizações. "Foi uma ação para não deixar a data sem nenhuma atividade, e um meio de levar à nossa comunidade um alento diante de tudo que está acontecendo", afirmou.

STONEWALL

O Dia do Orgulho LGBT, celebrado neste domingo, coincide com o aniversário da Revolta de Stonewall, quando um grupo de pessoas LGBT enfrentou a polícia de Nova York, nos Estados Unidos, depois de inúmeros casos de repressão. 

O evento ganhou notoriedade mundial e hoje, 51 anos depois do episódio, é considerado um marco da luta dos direitos humanos.

No Brasil, neste mês, também é celebrado o primeiro aniversário da criminalização da LGBTfobia, que foi equiparada ao crime de racismo pelo STF (Supremo Tribunal Federal) no dia 13 de junho de 2019.

*com informações da Agência Brasil


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