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Região retoma hoje fase mais restritiva do plano de flexibilização

Agora, além do comércio todas as atividades não essenciais devem permanecer fechadas

| ACidadeON Campinas

Comércio continua fechado em Campinas. (Foto: Denny Cesare/Código 19)

As cidades da região de Campinas retornam hoje (6) à fase vermelha do Plano São Paulo de flexibilização. Com isso, as 42 cidades da região de Campinas só podem abrir atividades essenciais. Campinas está desde o dia 22 de junho com o comércio fechado devido a alta dos casos e o crescimento da ocupação dos leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) voltados para o tratamento da covid-19. Agora, além do comércio todas as atividades não essenciais devem permanecer fechadas.

O município publicou no último sábado (4) no Diário Oficial o decreto determinando o fechamento das atividades não essenciais. Dessa vez, o decreto considera as igrejas atividades essenciais. Por isso as missas e cultos continuam liberados mas com as regras de restrições já antes determinadas. Capacidade de 20% de ocupação e proibição de fieis acima de 60 anos ou que sejam do grupo de risco.

Ainda no decreto, foi publicado uma recomendação que determina a manutenção, de forma prioritária, de trabalhadoras mães de crianças com até 12 anos de idade ou com deficiência, em regime de teletrabalho, até que as atividades escolares sejam retomadas.  

A Prefeitura de Campinas ainda informou que vai aumentar, a partir de hoje, a fiscalização e quem não cumprir as regras será multado em R$ 1,4 mil. Esse valor pode dobrar na reincidência e, na terceira autuação, o comércio poderá ser fechado até o final do período da quarentena.

O retorno a fase vermelha do plano de flexibilização, que é mais restritiva do plano e tem como intenção aumentar o isolamento social para frear a disseminação da doença, aconteceu devido a alta na ocupação dos leitos específicos para tratar a doença. Na região a ocupação ficou acima dos 80% o que leva, automaticamente, o retorno à fase mais restritivas.

Em Campinas, de acordo com a secretaria de Saúde, até sábado (4) são 362 mortes e 9.610 casos confirmados da doença.

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