cotidiano

Especial coronavirus

Campinas tem mais 11 mortes por covid-19 e 11.961 casos

Dados foram divulgados nesta segunda-feira (13) pela Prefeitura de Campinas; cidade chega a 455 óbitos pelo novo coronavírus

| ACidadeON Campinas -

Casos de covid-19 avançam em Campinas (Foto: Luciano Claudino/Código19) 

Campinas confirmou na tarde desta segunda-feira (13) mais 11 óbitos em decorrência do novo coronavírus e mais 402 casos confirmados, chegando agora a 11.961 pessoas infectadas pela covid-19. E, com as novas mortes, o total é de 455 vítimas no município desde março, quando foi registrado o primeiro falecimento.

Além disso, 20.207 casos foram descartados (540 a mais do que no último balanço) e há ainda 605 casos sob investigação, de acordo com o boletim epidemiológico. Em Campinas, 21 óbitos estão também sendo investigados.

Sobre os pacientes recuperados do novo coronavírus, o município chegou hoje a 9.823 pessoas curadas. "Acreditamos que este número ultrapasse, amanhã, no aniversário de Campinas, a marca de 10 mil pessoas", disse o prefeito Jonas Donizette (PSB) em live oficial.

Entre os pacientes internados nesta segunda-feira, são 437 moradores de Campinas. Já em isolamento domiciliar, 1.246.

Entre os óbitos confirmados hoje, há seis homens e cinco mulheres. Apenas um dos casos não tinha doenças prévias, segundo a Administração. E das 11 mortes, oito delas têm idade acima de 60 anos. Dos outros três, dois estão na faixa de 30 a 39 anos e um na faixa de 40 a 49 anos.  
 
Sobre as vítimas

Mulher, de 85 anos, que tinha outras doenças. Morreu no dia 09 de julho em hospital público. O exame foi feito no Instituto Adolfo Lutz.

Mulher, de 66 anos, que tinha outras doenças. Morreu no dia 30 de junho em hospital público. O exame foi feito no Instituto Adolfo Lutz.

Homem, de 75 anos, que tinha outras doenças. Morreu no dia 10 de julho em hospital privado. O exame foi feito em laboratório privado.

Mulher, de 64 anos, que tinha outras doenças. Morreu no dia 04 de julho em hospital público. O exame foi feito no Instituto Adolfo Lutz.

Mulher, de 85 anos, que tinha outras doenças. Morreu no dia 11 de julho em hospital privado. O exame foi feito em laboratório privado.

Homem, de 77 anos, que tinha outras doenças. Morreu no dia 07 de julho em hospital público. O exame foi feito no Instituto Adolfo Lutz.

Homem, de 42 anos, que não tinha outras doenças. Morreu no dia 11 de julho em hospital privado. O exame foi feito em laboratório privado.

Mulher, de 71 anos, que tinha outras doenças. Morreu no dia 28 de junho em hospital público. O exame foi feito no Instituto Adolfo Lutz.

Homem, de 32 anos, que tinha outras doenças. Morreu no dia 07 de julho em hospital público. O exame foi feito no Instituto Adolfo Lutz.

Homem, de 37 anos, que tinha outras doenças. Morreu no dia 11 de julho em hospital público. O exame foi feito no Instituto Adolfo Lutz.

Homem, de 72 anos, que tinha outras doenças. Morreu no dia 11 de julho em hospital privado. O exame foi feito em laboratório privado.  

LEIA TAMBÉM
Covid-19: SP abre inscrições para fase de testes da vacina
Lojas de conveniência são flagradas vendendo bebidas alcoólicas
Colegas fazem homenagem a técnico de enfermagem morto por covid-19

LEITOS DE ENFERMARIA


Segundo o presidente da Rede Mário Gatti, Marcos Pimenta, a rede começou a sentir uma "folga" nos leitos de enfermaria no começo desta semana. "Temos hoje um momento de maior tranquilidade nos leitos de menor complexidade. Os de maior, de UTI (Unidade de Tratamento Intensivo), estamos ainda tendo pressão assistencial. Não só pelo aumento de pacientes mais graves, mas porque os pacientes que estão  demoram mais tempo para ter alta", disse ele.

Segundo Pimenta, hoje o paciente internado na rede de saúde de Campinas está ficando no leito por cerca de 2 a 3 semanas. "Esperamos agora que estejamos no platô, apesar de ser um alto platô. Mas, pelo menos, não tivemos a infelicidade de ver pessoas sem leitos", afirmou o presidente.

Mais notícias


Publicidade