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Ação pede que Justiça obrigue Doria a fechar igrejas

Em Campinas as igrejas podem funcionar até as 20h e com a capacidade de até 30% de ocupação

| Folhapress

Em Campinas as igrejas podem ficar abertas até 20h e ter a ocupação máxima de 30%. (Foto: Código 19)
MÔNICA BERGAMO
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O advogado Flávio Grossi protocolou na Justiça uma ação popular pedindo a suspensão do decreto do governo de São Paulo, gestão João Doria (PSDB), que inclui atividades religiosas entre as atividades consideradas essenciais e que podem, portanto, funcionar durante a fase vermelha de restrições do Plano SP contra a covid-19. A fase terá início neste sábado em todo o Estado.

A ação foi distribuída para a juíza Cynthia Thome, que já a encaminhou ao Ministério Público de SP pedindo que a promotoria paulista se manifeste sobre o documento em até 48 horas. A fase vermelha no estado de SP começa à meia-noite deste sábado (6).  
Grossi alega que há "risco iminente de dano irreversível ao patrimônio do estado de São Paulo com o aumento de infecções por SARS-CoV-2 a partir das aglomerações em igrejas, templos e centros religiosos de quaisquer naturezas". 

"A prolongação da possibilidade da população paulista deslocar-se e aglomerar-se em instituições religiosas acarretará no aumento da contaminação por coronavírus que, inevitavelmente, implicará no maior uso do já saturado sistema de saúde do estado", segue Grossi em sua argumentação.  

"Ademais, a regressão do estado à fase vermelha do Plano São Paulo demonstra que é mais que urgente a necessidade de isolamento social e mínima circulação de pessoas nas ruas."  

A ação pede suspensão do decreto em caráter liminar e a sua nulidade em definitivo. Em Campinas as igrejas podem funcionar até as 20h e com a capacidade de até 30% de ocupação. 


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