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CampinasCotidianoCorredor D. Pedro registra menor número de acidente com mortes dos últimos 15 anos

Corredor D. Pedro registra menor número de acidente com mortes dos últimos 15 anos

Número de ocorrências no Corredor D. Pedro caiu 56% desde 2020, segundo a Concessionária Rota das Bandeiras

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O Corredor Dom Pedro de rodovias, que corta municípios da região de Campinas, registrou o menor número de acidentes em 15 anos. No ano passado, foram contabilizadas 1.346 ocorrências e 11 vidas salvas, de acordo com a concessionária Rota das Bandeiras. Levando em consideração os últimos 5 anos, a redução de ocorrências é de 56%.

Além disso, em 2025, o número de mortes caiu em 15%. Enquanto no ano passado foram registradas 63 fatalidades, em 2024, ocorreram 74 perdas. Em 2010, primeiro ano completo de Concessão, foram 3.082 acidentes e 87 mortes.

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O corredor é ponto escoamento da produção nacional, cortando as cidades de Artur Nogueira, Atibaia, Bom Jesus dos Perdões, Campinas, Conchal, Cosmópolis, Engenheiro Coelho, Igaratá, Itatiba, Jacareí, Jarinu, Jundiaí, Louveira, Mogi Guaçu, Nazaré Paulista, Paulínia e Valinhos.

Fatalidades envolvendo motociclistas

Depois de sete anos consecutivos de alta, as fatalidades envolvendo motociclistas também caíram, indo de 36 para 30 ocorrências.

A Rota das Bandeiras relacionou a redução de acidentes a obras de duplicação de trechos que até então eram pistas simples, como as rodovias Eng. Constâncio Cintra (SP-360), Prof. Zeferino Vaz (SP-332) e Romildo Prado (SP-063). Além disso, foi realizada a remodelação de trevos e a segregação do tráfego urbano do interestadual por meio de pistas marginais na D. Pedro I (SP-065).

Ainda segundo a concessionária, a implementação de dispositivos de segurança como TAE (Terminais Absorvedores de Energia) contribuíram para o menor número de feridos e vítimas de acidentes fatais no corredor. Em 2025, mais da metade dos envolvidos em acidentes não sofreram ferimentos. Junto com o número de feridos leves, o índice chega a 80%.

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O tempo médio para a chegada do Resgate de APH (Atendimento Pré-Hospitalar) também caiu no ano passado, indo de 7min37seg (2024) para 6min10seg. O contrato de concessão determina que uma equipe chegue ao local do acidente em até dez minutos, em 90% dos casos.

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Larissa de Morais
Larissa de Morais
Formada pela Universidade São Francisco, é repórter no acidade on | EPTV Campinas. No Tudo EP, site de entretenimento da EPTV, foi repórter, assistente de mídias digitais e estagiária de jornalismo. Com passagem por sites de entretenimento e jornalismo independente, tem experiência em redação de material jornalístico para editorias de diferentes segmentos de hard e soft news e em produção de conteúdo para a internet.

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