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CampinasCotidianoDenúncias sobre combustível adulterado sobem 57% em Campinas desde 2018

Denúncias sobre combustível adulterado sobem 57% em Campinas desde 2018

Panorama em Campinas eleva o alerta para fiscalização e exige atenção do motorista; Recap denuncia uso de substância tóxica em misturas ilegais 

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O número de denúncias sobre combustíveis de baixa qualidade subiu 57,23% nos últimos cinco anos em Campinas. O total subiu de 152 para 239 de 2018 a 2022, período no qual as suspeitas em outros municípios também tiveram aumento. O panorama faz os consumidores ficarem atentos e eleva o alerta sobre a atuação de quadrilhas e o uso de uma substância tóxica (leia abaixo).

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Os dados foram fornecidos pela ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) através da LAI (Lei de Acesso à Informação). Conforme o levantamento, o maior volume de situações foi registrado no ano passado, mas a tendência de aumento em Campinas é percebida desde 2020, quando 124 denúncias chegaram ao conhecimento da agência responsável. Veja:

  • 2018: 152
  • 2019: 115
  • 2020: 124
  • 2021: 160
  • 2022: 239

Aumento de 57,23% nos últimos cinco anos

Somando os dados de Piracicaba, Limeira, Sumaré e Indaiatuba, 2022 também foi o ano com o maior número, 378. Os índices também indicam um salto de 2019 para 2020 e apontam que o aumento foi de 40% em cinco anos. Compare:

  • 2018: 270
  • 2019: 247
  • 2020: 316
  • 2021: 309
  • 2022: 378

Aumento de 40% nos últimos cinco anos

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SUBSTÂNCIA PROIBIDA

Para o presidente do Recap (Sindicato dos Postos de Combustíveis de Campinas e Região), Emílio Martins, o problema é crônico e demonstra o envolvimento do crime organizado no setor. “A ANP e a secretaria da Fazenda combatem isso de forma bem forte, mas o problema é que são 44 mil postos no Brasil. Certamente, a agência tem poucos fiscais. É um campo fértil para essas quadrilhas”, diz.

Segundo ele, recentemente, inclusive, chegou ao conhecimento da entidade que pelo menos 15 postos da região de Campinas estariam misturando metanol aos combustíveis. A substância é proibida e muito tóxica. Por conta disso, os casos foram denunciados ao MP (Ministério Público), que abrir uma investigação.

“Nós entendemos que agora envolve até saúde pública, porque podemos estar diante de uma situação em que a pessoa pode estar levando um produto altamente cancerígeno. É um produto importado que deve estar sendo desviado”, detalha. 

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