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Hacker do bem existe e universidades têm graduação na área

No Brasil, o curso de Tecnologia da Informação é uma opção

| Especial para ACidade ON

Hackers do bem testam sistemas de segurança virtuais (Foto: Divulgação)

Você sabia que além dos hackers que invadem sites, descobrem senhas e criam vírus, existem o hacker do bem? Isso mesmo. E não termina por aí. Ainda é possível estudar essa área em uma universidade e transformá-la em carreira.  

Conhecidos como hacker ético ou "chapéu branco" (White hat em inglês) eles são profissionais que usam os seus conhecimentos técnicos para conseguir acesso a um sistema, aplicativo ou dados fechados, mas com autorização.  

A intenção, ao ser contratado por um indivíduo ou organização para "invadir" um sistema, é identificar vulnerabilidade na cibersegurança, imaginar as estratégias e ações de outros hackers mal-intencionados e criar soluções para fortalecer a proteção do sistema.  

Com a demanda por esse tipo de hackers, universidades do mundo inteiro passaram a oferecer graduações e pós-graduação na área de estudo chamada Ethical Hacking - ou Hacking Ético.  

Uma delas foi a Coventry University, no Reino Unido. O seu bacharelado de Ciências em Hacking Ético e Cibersegurança tem três anos de duração e custo anual de £ 16.400 para estudantes internacionais.  

Outro exemplo de curso é o bacharelado de Ciências em Hacking Ético da Abertay University, também britânica, mas com quatro anos de duração. O valor da graduação para estudantes internacionais é de £ 15.500 por ano.  

No Brasil, um curso que se assemelha ao de Hacker é o de Tecnologia da Informação. Para encontrar uma faculdade na sua região que oferte o curso, você pode contar com a ajuda do Educa Mais Brasil. São milhares de instituições parceiras e você ainda pode estudar com um desconto de até 70%. Se interessou? Acesse o site do programa e confira.

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