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Funcionários de escolas fazem nova paralisação em Campinas

Paralisação volta a afetar creches e escolas; 27 ficaram sem aulas

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Trabalhadores fazem novo ato em frente à Prefeitura (Foto: Wesley Justino/ EPTV)

Funcionários terceirizados de escolas municipais de Campinas fazem uma nova paralisação nesta segunda-feira (14) alegando o não recebimento de benefícios.  

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Os trabalhadores são contratados pela empresa Especialy, terceirizada que presta serviço de limpeza em 208 instituições de ensino de Campinas. Manifestantes estão novamente em frente ao Paço municipal, na manhã de hoje, em um novo ato. 

A greve, que dura desde quarta-feira, afeta creches e escolas de ensino básico. Segundo a secretaria de Educação, hoje 34 escolas foram afetadas, sendo que 27 pararam totalmente, e 7 parcialmente. 

De acordo com a pasta, uma comissão de representantes dos trabalhadores e Sindicato foi recebida pela secretaria de Educação nesta segunda. A previsão é de retomada da normalidade na terça-feira.

PROTESTO 

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Parte dos funcionários não foi trabalhar durante a manhã para reivindicar o pagamento do vale transporte, ainda não depositado pela empresa responsável. A empresa fez o pagamento na semana passada do salário atrasado. 

Devido a falta de pagamento dos benefícios os trabalhadores voltaram a fazer um novo protesto em frente à Prefeitura, com cerca de 100 pessoas. Alguns ainda alegam ainda não terem recebido o salário. 

PROBLEMA 

A paralisação continua mesmo após a Prefeitura de Campinas garantir, na última semana, que as aulas seriam retomadas após a empresa cumprir com os pagamentos devidos. Segundo o sindicato responsável, cerca de 450 funcionários ainda não receberam o vale-transporte. 

Em nota, a Prefeitura afirmou que “a empresa já foi advertida, autuada, será multada e pode sofrer outras punições se não cumprir suas obrigações com a Prefeitura, e inclusive pode ocorrer a rescisão do contrato”. A empresa foi notificada novamente nesta segunda.

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Na semana passada, a Administração afirmou que a multa pode chegar a R$ 250 mil.  

A PARALISAÇÃO 

A paralisação dos trabalhadores começou na terça (8) e foi ganhando mais força durante a semana. Na quinta-feira, 125 escolas e creches foram afetadas pela greve. 

Ao longo da última semana, funcionários fizeram atos em frete ao Paço Municipal cobrando soluções da Prefeitura. O grupo acusa a empresa Especialy de não honrar com a data dos vencimentos dos salários. 

Além disso, funcionários citavam que obrigações trabalhistas também não estavam sendo cumpridas. Entre elas, a falta de pagamento do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) e de benefícios.

Após protestos e ameaça de multa, a empresa informou que todos os pagamentos de salários seriam cumpridos até a quinta-feira. Na sexta, no entanto, alguns funcionários ainda não tinham recebido o salário. 

Em nota, a Prefeitura reiterou que os repasses estão em dia para a empresa. O contrato com a Especialy foi firmado em outubro de 2021 e a empresa possui cerca de 700 funcionários. O repasse mensal da Prefeitura é de R$ 2.580.303,30.

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