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CampinasCotidianoMulher suspeita de guardar armas para facção criminosa tem prisão preventiva decretada, em Campinas

Mulher suspeita de guardar armas para facção criminosa tem prisão preventiva decretada, em Campinas

Assistente administrativa foi presa no trabalho; armamento pode ter sido utilizado em execução em bar de Campinas

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A Justiça decretou a prisão preventiva da mulher suspeita de receber dinheiro de uma facção criminosa para guardar armamento ilegal, em Campinas. A assistente administrativa, de 25 anos, foi presa no trabalho na última segunda-feira (24). Entre as armas encontradas no apartamento de uma mulher está um fuzil que não é vendido no Brasil e que é capaz de furar blindagens e coletes à prova de bala.

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A informação foi confirmada pela Dise (Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes) de Americana, que apreendeu outro fuzil, uma submetralhadora, uma pistola e várias munições no imóvel.

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De acordo com o delegado, Marco Antônio Pozeti, o arsenal de uso restrito mantido pela investigada era composto por dois fuzis e uma submetralhadora que não são comercializados no País, assim com uma pistola que só pode entrar em território nacional através de um processo de importação especial. Considerado de peso, o armamento não apresentava identificação adequada.

“Essa arma aqui é americana. É uma submetralhadora muito potente e rápida. Esses são fuzis de calibre de respeito. Esse tipo de coisa não está legalizado”, detalha Pozeti, que quer apurar em detalhes como o esquema funcionava, já que a suspeita é que as armas tenham sido usadas em crimes na região – veja os detalhes abaixo.

INVESTIGAÇÃO

Presa no trabalho, a assistente administrativa confessou que recebia dinheiro de integrantes de uma facção criminosa para manter o arsenal no apartamento, que fica no Jardim Miranda. O celular e o carro dela também foram apreendidos. Nesta terça-feira (25), os investigadores também pediram a quebra do sigilo telefônico para entender a relação dela com o crime organizado.

A apreensão no apartamento foi realizada após uma denúncia. O trabalho para chegar ao endereço aconteceu por uma semana e agora prossegue para a coleta de mais provas. Além da mulher, a Dise informou que outros dois alvos que estariam acima dela no esquema criminoso também já foram identificados.

CRIME EM CAMPINAS

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Segundo a Polícia Civil, a suspeita é de que um dos fuzis .556 apreendidos na operação tenha relação com o duplo homicídio que aconteceu em um bar na Cidade Jardim, em janeiro. Na ocasião, uma dupla armada entrou no estabelecimento e matou dois homens. O crime foi registrado por uma câmera.

A gravação flagra o momento em que dois assassinos mascarados e com armas de grosso calibre entram no local para executar dois homens. Nas imagens, é possível ver que os alvos notam a ação, se levantam abaixados e correm para outra parte do estabelecimento.

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