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Pacientes acionam GCM após espera de até seis horas por atendimento na UPA Carlos Lourenço

Mesmo sem lotação, pacientes relataram espera de horas na Upa Carlos Lourenço; quatro médicos estavam de plantão no local

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Pacientes da UPA (Unidade de Pronto Atendimento) Carlos Lourenço, em Campinas, acionaram a Guarda Municipal neste sábado (22) devido à longa espera para atendimento. Apesar de a unidade não estar lotada, pacientes indicam que a demora ultrapassou seis horas em alguns casos.

Em nota, a Rede Mário Gatti afirmou que nenhum paciente ficou sem atendimento e que consultas estavam sendo realizados de acordo com classificação de riscoveja posicionamento abaixo.

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Situação na Upa Carlos Lourenço

Durante a tarde, a recepção da unidade não estava cheia, e, segundo o quadro de escalas, havia quatro médicos de plantão – um para emergências e três clínicos gerais. Ainda assim, muitos pacientes enfrentaram filas prolongadas.

Cinco horas de espera

A consultora de vendas Ana Caroliny Silva buscou atendimento médico por estar com sintomas de dengue há três dias. Ela passou pela triagem na UPA às 11h01 da manhã, mas, cinco horas depois, ainda não havia sido atendida por um médico.

“Na verdade, eu cheguei aqui ontem porque estava com sintomas de dengue, com muita dor de cabeça e náuseas. Vim buscar atendimento, não consegui. Fiquei deitada até as duas horas da manhã, aguardando ser atendida por um médico, e não tive esse atendimento. Retornei hoje novamente para ser atendida, passei pela triagem, que confirmou que realmente poderia ser dengue, e até agora não fui atendida”,

afirma.

Ana Caroliny decidiu chamar a Guarda Municipal ao perceber que um idoso e uma criança estavam aguardando atendimento desde as 9h da manhã sem serem chamados.

“A gente foi reclamar que tinha uma pessoa com prioridade aguardando atendimento e a médica falou que todo mundo era prioridade. Então, foi onde eu chamei a polícia. Depois que a GCM chegou, atenderam ela rapidinho”,

afirma.

Seis horas de espera na UPA Carlos Lourenço

A dona de casa Célia Regina Gomes procurou a unidade devido a uma crise de falta de ar. Ela chegou por volta das 10h30 da manhã e, às 16h30, ainda não tinha sido atendida, apenas passado pela triagem.

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“Não sei o que tenho, não fui atendida, não almocei. Estou aqui esperando vi pessoas piores que eu. É uma sensação de humilhação, como se você estivesse pedindo uma esmola”,

lamenta.

Preocupação entre os familiares

Quem espera por informações, também fica preocupado. A administradora Andréia Cristina dos Santos levou o pai, de 85 anos, para a UPA pela manhã, pois ele estava com febre e dores no corpo.

“Demorou 1h30 só para passar na triagem. Meu pai estava com febre de 38,5º e pressão de 10 por 3, prostado, sem conseguir andar e com dor no corpo. A sensação é horrível, porque as pessoas olham e dizem que estão fazendo o que é possível”,

afirma.

O que diz a Rede Mário Gatti sobre atendimento na UPA Carlos Lourenço?

Em nota, a Rede Mário Gatti informou que a equipe de atendimento está completa e atendendo os pacientes com classificação de risco. Ainda, de acordo com a rede, nenhum paciente ficou sem atendimento.

Sobre a espera que chegou a durar mais de seis horas em alguns casos, o Executivo afirmou que, em alguns casos, o tempo inclui o acolhimento, consulta, medicação e soro. Por fim, eles disseram que os casos graves são atendidos de imediato e casos de menor risco, esperam mais tempo.

**Com informações de André Luís Rosa/EPTV Campinas

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