A PM (Polícia Militar) de Campinas encontrou 64 máquinas de caça-níquel e fechou, pela terceira vez em três meses, um bingo clandestino localizado no cruzamento da Rua Barão de Jaguara com a Rua General Osório, no Centro da cidade, na tarde deste sábado (24).
Ainda segundo a corporação, não há informações sobre presos. Esta é quarta vez que o local é interditado, segundo a PM.
Denúncia anônima
De acordo com a PM, as equipes foram acionadas por volta das 12h30, após uma denúncia anônima de jogos de azar. No local, os policiais localizaram as máquinas.
No local, foram apreendidas 16 máquinas de emissão de cartelas para a venda de números e R$ 563,60 em dinheiro.
O local possui alvará de funcionamento como lanchonete e para exploração de jogos eletrônicos (lan house). A Prefeitura de Campinas informou que entrará em contato com a PM, devido às irregularidades encontradas, para apurar as informações e adotar as medidas cabíveis, que podem variar de multa até o fechamento do comércio.

Bingo já havia sido fechado
Em novembro do ano passado, o bingo clandestino que funcionava no antigo prédio do 7º Cartório, um imóvel histórico localizado na Rua Barão de Jaguara, já havia sido fechado.
À época, durante a operação, os policiais apreenderam 72 computadores, 19 impressoras de cartelas e um sistema automatizado de jogos. Também foram recolhidos R$ 621,30 em espécie e R$ 150 que estavam com a gerente do local.
Tentativa de justificar como evento beneficente
Segundo o boletim de ocorrência, funcionários tentaram justificar o bingo como uma atividade legal e de caráter social. A gerente afirmou não saber quem era o dono e disse que se tratava de um evento beneficente, alegando que a taxa de entrada de R$ 2 seria usada para comprar cestas básicas.
Mesmo com computadores e máquinas de bingo no espaço, os funcionários alegaram desconhecer os equipamentos e disseram que as partidas ocorriam apenas com cartelas.
78 jogadores liberados e 16 funcionários indiciados
Durante a ação, 78 jogadores foram liberados, enquanto 16 funcionários vão responder por exploração de jogos de azar. Os responsáveis também apresentaram um documento que, segundo eles, autorizava o funcionamento, mas a polícia constatou que a autorização pertencia a uma ONG de São Paulo.
Bingo funcionava há oito meses
De acordo com a Polícia Militar, o bingo operava há cerca de oito meses no local. A perícia foi acionada para realizar a análise do espaço e investigar a possível ligação dos responsáveis com outras atividades ilícitas.
*Com informações da EPTV Campinas
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