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Dengue aumenta e Saúde determina que casos sejam prioridade

Na última semana, 243 casos da doença foram confirmados pela Saúde; no total, já são 779

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Dengue: atendimento deve ser prioritário nas unidades básicas da Prefeitura. (Foto: Amanda Rocha/ACidadeON) 

Com aumento de 243 casos confirmados de dengue a mais em uma semana, Campinas que os casos suspeitos de dengue sejam tratados como prioridade em todos os 65 Centros de Saúde do município. Até o dia 1º de abril, foram registrados 799 casos de dengue no município. O balanço anterior, até o dia 25 de março, indicava 556 casos da doença.

Com isso, o alerta da Secretaria de Saúde de Campinas. As unidades farão o acolhimento dos pacientes com sintomas da doença e, se necessário, coleta de exames e hidratação.  

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Segundo dados divulgados pelo Devisa (Departamento de Vigilância em SaúdA) nesta segunda-feira, mostram ainda que a região mais afetada é a Noroeste, com 370 confirmações.

UNIDADES DE REFERÊNCIA

Foram estabelecidas duas unidades de referência na rede Centro de Saúde São Bernardo, que é próximo ao Hospital Mário Gatti, e a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Campo Grande, que fica na região mais afetada pela dengue.

Os dois serviços terão cada um uma equipe exclusiva para atender casos da doença, com enfermagem, médico, coleta de exame e sala de hidratação. O primeiro já está em funcionamento e o segundo está em fase de organização.

Na próxima quarta-feira, 3 de abril, haverá uma reunião entre o Devisa, Rede Mário Gatti de Urgência, Emergência e Hospitalar, Hospital da PUC e toda a rede hospitalar privada para informar os números e organização de manejo clínico e assistência ao paciente de dengue.

Além disso, continuam as ações de controle de criadouros e nebulização nas regiões afetadas pela doença, que são priorizadas de acordo com o número de casos. Também estão sendo realizadas ações educativas em escolas.

MATERIAL TÉCNICO


Nesta segunda, o Devisa iniciou a distribuição de um material técnico para todos os hospitais e unidades de saúde das redes pública e privada para manejo e atendimento ao paciente com suspeita da doença.

A Secretaria de Saúde, por meio do Gabinete do secretário de Saúde, Carmino de Souza, está monitorando a situação diariamente, com comunicação direta com Centros de Saúde, com as equipes que atuam em campo, no nível central e nas ações de assistência e de vigilância em Saúde. Caso necessário, medidas adicionais serão implementadas.

SINTOMAS

As pessoas que sentirem algum sintoma da doença, como febre alta, dor muscular, fadiga, manchas vermelhas pelo corpo, náusea, vômito, entre outros, devem procurar um centro de saúde.

Para acabar com a proliferação do mosquito é preciso evitar acúmulo de água, latas, pneus e outros objetos. Os vasos de plantas devem ter a água trocada a cada dois dias. É importante, também, vedar a caixa dágua. Os vasos sanitários que não estão sendo usados devem ficar fechados.

OUTRAS EPIDEMIAS

Campinas já passou por duas epidemias há poucos anos, em anos consecutivos. A primeira ocorreu em 2014 - quando Campinas foi o município com mais casos do país (42.664) e durou até 2015, quando registrou 65.217 casos. Já em 2016, o número começou a cair, fechando com 3.599 pacientes confirmados.

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