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Artur Nogueira confirma 2º caso de sarampo; RMC tem 122

Nova balanço de Artur Nogueira confirmou segundo caso na cidade; Campinas tem maior número de casos - 68

| ACidadeON Campinas

Artur Nogueira confirmou mais um caso de sarampo nesta sexta-feira (27) (Foto: Roberto Costa /Código 19) 

A Vigilância de Saúde de Artur Nogueira confirmou nesta sexta-feira (27) o segundo caso de sarampo na cidade. Com isso, subiu para 122 pacientes com a doença em 10 das 20 cidades da RMC (Região Metropolitana de Campinas) - veja mais detalhes abaixo.

Em Artur Nogueira, o paciente é um senhor de 55 anos que foi atendido na ala particular do Hospital Bom Samaritano e teve encaminhado material para exames em laboratório particular, onde foi diagnosticado positivo.

De acordo com a Administração, todas as ações necessárias foram realizadas segundo orientação dos protocolos do Ministério da Saúde. O caso evoluiu para cura e a Prefeitura aguarda orientações do Departamento Regional de Saúde para encerrar o caso.

Isso porque o diagnóstico veio de um laboratório particular e o procedimento é de que todos os exames sejam realizados pelo laboratório Adolfo Lutz.

Na região, as cidades da RMC com casos confirmados de sarampo são: Campinas (68 casos), Indaiatuba (7), Vinhedo (11), Paulínia (12), Sumaré (4), Valinhos (4), Hortolândia (2), Jaguariúna (10), Americana (2) e Artur Nogueira (2). A última atualização da região na quinta-feira (27), quando Campinas e Indaiatuba atualizaram os balanços epidemiológicos de sarampo das cidades.  

RECOMENDAÇÕES

Pessoas com sintomas de sarampo devem procurar imediatamente o atendimento médico e manter o afastamento social. Os sinais incluem febre, conjuntivite, tosse, coriza e vermelhidão no corpo.

NO PAÍS


Após ter sido considerado eliminado no Brasil, o sarampo voltou a registrar casos no país em 2018, inicialmente em Roraima e no Amazonas. O impulso para o retorno da doença foi a entrada de casos importados e a baixa cobertura vacinal no Brasil. A situação fez o Brasil perder o certificado de país livre da doença, o qual havia sido entregue pela Organização Panamericana de Saúde (Opas) em 2016. Contribuiu também a disseminação de informações falsas sobre a vacina.

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