Aguarde...

ACidadeON

Voltar

cotidiano

Paulínia aumenta em 75% número de casos de sarampo

Cidade confirmou mais nove casos nesta segunda-feira (30) e com isso RMC somou 134 pacientes com sarampo

| ACidadeON Campinas

Dos pacientes de Paulínia, maioria tinha vacina (Foto: Reprodução EPTV) 

A cidade de Paulínia aumentou 75%, em menos de uma semana, o número de casos de sarampo, de acordo com balanço atualizado divulgado na manhã desta segunda-feira (30) pela Prefeitura da cidade.

Segundo os dados, 21 pessoas foram confirmadas com a doença até o dia 30 de setembro. Até o dia 24, eram 21 casos confirmados. De acordo com o levantamento, dos pacientes confirmados somente cinco são do sexo masculino. Além disso, dos 21 pacientes, só cinco não estavam vacinados contra a doença.

O dois bairros com mais casos na cidade foram o Morumbi e o João Aranha, com três pacientes cada. Entre as idades das pessoas infectadas, há uma menina seis meses até uma mulher de 53 anos - ambas vacinadas, segundo a Prefeitura de Paulínia.  

Ainda segundo a Administração, a cidade investiga quatro casos suspeitos de sarampo e descartou outros 14. Nenhuma pessoa foi a óbito e todos estão bem.

RMC

Com isso, na RMC (Região Metropolitana de Campinas), o total de casos de sarampo pulou de 122 para 134 nesta segunda (30). Ao menos 10 cidades das 20 da Região confirmaram casos de sarampo. São elas: Campinas (68 casos), Indaiatuba (7), Vinhedo (11), Paulínia (21), Sumaré (4), Valinhos (7), Hortolândia (2), Jaguariúna (10), Americana (2) e Artur Nogueira (2).

RECOMENDAÇÕES

Pessoas com sintomas de sarampo devem procurar imediatamente o atendimento médico e manter o afastamento social. Os sinais incluem febre, conjuntivite, tosse, coriza e vermelhidão no corpo.

NO PAÍS

Após ter sido considerado eliminado no Brasil, o sarampo voltou a registrar casos no país em 2018, inicialmente em Roraima e no Amazonas. O impulso para o retorno da doença foi a entrada de casos importados e a baixa cobertura vacinal no Brasil. A situação fez o Brasil perder o certificado de país livre da doença, o qual havia sido entregue pela Organização Panamericana de Saúde (Opas) em 2016. Contribuiu também a disseminação de informações falsas sobre a vacina.

Comentários

"O site não se responsabiliza pela opinião dos autores. Os comentários são de responsabilidade de seus autores e não representam a opinião do ACidade ON. Serão vetados os comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros. ACidade ON poderá retirar, sem prévia notificação, comentários postados que não respeitem os critérios deste aviso."

Facebook

Mais do ACidade ON