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Sabesp prevê nova estação fechada em Hortolândia para acabar com mau cheiro

Projeto apresentado a moradores prevê estrutura enclausurada; laudos apontaram falhas na gestão da unidade atual

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A Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) informou, em reunião com moradores de Hortolândia nesta sexta-feira (23), que a construção de uma nova estação de tratamento de esgoto totalmente fechada deve ser concluída em até dois anos. O novo equipamento está estimado em R$ 300 milhões. A obra é apresentada como solução definitiva para o problema de mau cheiro na região da Vila Real, alvo de reclamações frequentes da população.

Atualmente, a estação em funcionamento já foi apontada como um problema histórico, alvo de inúmeras fiscalizações e multas aplicadas pela Cetesb. Um laudo da Arseps (Agência Reguladora dos Serviços Públicos do Estado de São Paulo), divulgado em agosto de 2025, indicou negligência na gestão da unidade.

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A Sabesp afirma que tem feito investimentos para reduzir os odores, mas reconhece que o modelo atual, baseado em lagoas, contribui para o problema. Segundo o diretor da Sabesp, Valdemir Viana de Freitas, a configuração da estação reflete um contexto antigo do município.

“Ela é uma estação de lagoas, feita numa situação onde o município naquela área era rural. Nas condições que tínhamos de corrigir o processo de tratamento, a limpeza das lagoas e a colocação de novos equipamentos foram realizadas nesses últimos dez meses. Com isso houve uma melhoria contínua da questão dos odores”, afirmou.

De acordo com o diretor, a nova estação será instalada em formato de galpão fechado, o que deve impedir a dispersão do mau cheiro. A Sabesp informou que o projeto está na fase de obtenção das licenças necessárias para execução da obra.

Odor segue até o fim das obras?

Enquanto a nova estrutura não é concluída, a companhia admite que o odor ainda pode ser percebido em determinados períodos, especialmente em condições climáticas desfavoráveis, como calor intenso ou inversão térmica.

Para minimizar os impactos, a Sabesp afirma ter investido cerca de R$ 28 milhões em ações emergenciais, como remoção de lodo, troca de equipamentos de aeração, instalação de sistemas de nebulização e monitoramento, além de cortina vegetal e fechamento de equipamentos próximos a residências.

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O que dizem Cetesb e Prefeitura

Em nota, a Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo) informou que vem acompanhando de perto a situação da Estação de Tratamento de Esgoto de Hortolândia.

“Quanto à ETE Hortolândia, foram realizadas cinco inspeções nos últimos 30 dias. A Cetesb monitora o cronograma de melhorias apresentado pela Sabesp, com ações previstas até abril de 2026. Na próxima semana, especialistas da Companhia farão nova inspeção para avaliar outras medidas que possam reduzir a emissão de odores”, afirmou o órgão, em nota.

A Prefeitura de Hortolândia também informou que segue reforçando o monitoramento e a fiscalização das ações adotadas para resolver o problema de mau cheiro na região.

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