Um novo suspeito de participar do ataque a uma agência bancária em Minas Gerais foi preso pela PM (Polícia Militar) na noite desta quinta-feira (10), em Campinas. O homem era procurado por tráfico de drogas e foi encontrado depois que uma equipe foi até um apartamento atender o chamado sobre uma briga no Parque São Jorge, próximo ao limite com Hortolândia.
Este é o segundo homem preso por suspeitas de envolvimento no crime registrado em Guaxupé, no Sul de Minas. Na última quarta (9), um investigado foi detido com itens que podem estar relacionados ao caso. A tentativa de assalto envolveu pelo menos 15 criminosos fortemente armados, que também atacaram o quartel da PM e atiraram contra guardas civis – leia mais abaixo.
Suspeito de assalto detalha quanto receberia
Os policiais chegaram ao homem de 36 anos depois de receberem uma denúncia anônima sobre um desentendimento em um imóvel. No local, foram recebidos por uma mulher, que contou que estava discutindo com o companheiro. Após pesquisar o nome dele, os policiais descobriram um mandado de prisão em aberto pelo crime de tráfico de drogas.
De acordo com o major Edson da Costa Pereira, coordenador operacional do 47° Batalhão de Polícia Militar do Interior, o criminoso foi preso e confessou o envolvimento no ataque registrado em Minas Gerais. “Ele mostrou para os policiais algumas mensagens de celular e, com o histórico que ele contou, os policiais se convenceram de que era um participante do roubo”, diz.
No relato, o bandido detalhou ainda que foi responsável por ser o “olheiro” dos ladrões que atuaram no ataque e que receberia pelo menos R$ 6 mil pela participação. “Ele conta que foi convidado porque estava passando dificuldades e precisava de dinheiro. E, se desse certo o roubo, o montante seria dividido e ele receberia uma quantia dessa divisão”, explicou o major em entrevista coletiva.
Antecedentes criminais e investigação
Ainda segundo a PM, além de antecedentes por tráfico de drogas, o homem também tinha uma passagem pela polícia por furto. Ele foi levado à sede da PF (Polícia Federal) em Campinas, no bairro Botafogo, já que o órgão é responsável pela apuração do caso. Dois celulares que estavam com o investigado foram apreendidos e devem ser analisados para detalhar o envolvimento dele.
O crime em MG tinha um banco da Caixa Econômica Federal como alvo, mas um quartel da Polícia Militar também foi atingido por tiros disparados pelos bandidos. A ação começou por volta de 1h45 da última terça (8) e durou cerca de 40 minutos. Além da base da PM, guardas civis de Guaxupé que perceberam a movimentação também tiveram que se abrigar devido aos disparos.
Conforme a Polícia Civil, os criminosos usaram explosivos para tentar destruir o banco, mas os caixas eletrônicos não seriam o principal alvo da ação. Não há detalhes sobre alguma quantia que teria sido levada pelo bando e os carros do tipo SUV foram localizados em outra cidade mineira.
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