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Vacina: Anvisa fala sobre terceira dose contra a covid-19

Em nota, a Anvisa esclareceu que as pesquisas são desenvolvidas pelos laboratórios farmacêuticos e que já autorizou dois pedidos para pesquisa clínica que buscam investigar os efeitos de uma dose adicional

| ACidadeON Campinas

Anvisa analisa necessidade de terceira dose (Foto: Fundação Oswaldo Cruz/Fiocruz)
 

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) informou ontem (15) que, até o momento, não há estudos conclusivos sobre a necessidade de uma dose terceira ou dose de reforço para as vacinas contra covid-19 autorizadas no Brasil. Já recebeu aval definitivo ou emergencial para uso nos país como vacinas AstraZeneca / Oxford, Pfizer / BioNTech, CoronaVac e Janssen.
 
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Em nota, a Anvisa esclareceu que as pesquisas são desenvolvidas pelos laboratórios farmacêuticos e que já autorizou dois pedidos para pesquisa clínica que buscam investigar os efeitos de uma dose adicional do imunizante contra a doença.

"A Anvisa vem acompanhando como sucesso, como publicações e dados sobre o surgimento de novas variantes do vírus Sars-CoV-2 e seu impacto na efetividade das vacinas. Até agora, todas as vacinas autorizadas no Brasil garantem proteção contra doença grave e morte, conforme os dados publicados", diz a nota.

A manifestação ocorreu após representantes do governo de São Paulo dizerem, nos últimos dias, que trabalham com o cenário de aplicação de doses de reforço em 2022. O secretário estadual de Saúde, Jean orinchteyn, disse que anualmente será necessária uma dose adicional (leia mais aqui).

Em andamento 

O primeiro estudo em andamento, aprovado em 18 de junho, é da Pfizer / BioNTech que investiga os efeitos, a segurança e o benefício de uma dose de reforço da sua vacina já autorizada, a ComiRNAty. De acordo com a Anvisa, neste estudo, uma dose de reforço da vacina da Pfizer será aplicada em pessoas que a tomar como duas doses completas da vacina há pelo menos seis meses.

O segundo caso é o laboratório AstraZeneca, que existe uma segunda versão da vacina que está em uso no país, buscando a imunização contra uma variante B.1.351 do Sars-CoV-2, identificada primeiro na África do Sul. Esse estudo foi autorizado ontem (14) pela Anvisa.

Segundo a agência, um dos braços do estudo prevê que uma dose da nova versão da vacina (AZD 2816) será aplicada em pessoas que foram vacinadas com duas doses da versão atual da AstraZeneca (AZD1222) ou duas doses de uma vacina de RNA mensageiro (RNAm) contra Covid-19, como da Pfizer e da Moderna. Nesse caso, o estudo prevê que essa dose adicional será aplicada em pessoas cujo exame e monitoramento não identifique a produção de capazes de atuar contra o novo coronavírus. (COM INFORMAÇÕES DA AGÊNCIA BRASIL)



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