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Covid-19: Prefeitura de Cosmópolis cria "passaporte da vacina"

Estabelecimentos da cidade com frequência acima de 100 pessoas serão obrigados a pedir comprovação de esquema vacinal

| ACidadeON Campinas -

 

Prefeitura de Cosmópolis (Foto: Divulgação)

A Prefeitura de Cosmópolis publicou nesta quinta-feira (16) um decreto municipal criando no município o "passaporte da vacina" contra a covid-19. Na RMC (Região Metropolitana de Campinas), a cidade é a primeira a criar o documento, já adotado em outros municípios do país.

Segundo o decreto assinado pelo prefeito Antonio Claudio Felisbino Junior (PP), o documento cria o Programa Passaporte da Vacina Anti Covid-19, que passará a exigir a comprovação da condição vacinal do morador por meio da carteira de vacinação ou de qualquer outro meio que mostre a utilização do imunizante - seja de dose única ou duas doses.

"A primeira dose do imunizante anti-covid-19 só será aceita se estiver dentro do prazo no plano de vacinação, com data de segunda dose ainda não alcançada", explicou a Prefeitura.

Além disso, a Administração, com a criação do passaporte da vacina, "fica recomendado a todos os estabelecimentos no município que solicitem, para acesso das pessoas às suas dependências, a comprovação vacinal".

Já para estabelecimentos como templos religiosos, casas de shows, cinemas, eventos sociais e esportivos com frequência acima de 100 pessoas serão obrigados a exigir o comprovante da vacinação contra o coronavírus.

Os servidores e comissionados da Prefeitura terão ainda que tomar a vacina, de forma obrigatória, e comprová-la. A falta de cumprimento ao decreto vai caracterizar falta disciplinar para esses funcionários.  

O decreto entrou em vigor hoje em Cosmópolis. A população estimada de Cosmópolis em 2021, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), é de 74.662

EM CAMPINAS

Em Campinas, a secretaria de Saúde descartou, no dia 24 de agosto, o comprovante de vacinação contra a covid-19 para que as pessoas tenham acesso a eventos, bares, restaurantes, shoppings e outros estabelecimentos fechados na cidade.

A intenção era dificultar a circulação de pessoas não vacinadas em ambientes fechados o que pode aumentar o risco da disseminação do coronavírus.

Na época, a Prefeitura de São Paulo anunciou que adotaria o "passaporte da vacina" a partir de 30 de agosto. Logo após o anúncio, a capital voltou atrás e anunciou que a medida não será mais obrigatória.

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