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CampinasCotidianoViolência sexual contra crianças supera registros de abandono pela 1ª vez em Campinas

Violência sexual contra crianças supera registros de abandono pela 1ª vez em Campinas

Boletim do Sisnov mostra mudança inédita nos padrões de notificação; casos cresceram em 2024

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Pela primeira vez desde o início da série histórica, em 2019, as notificações de violência sexual contra crianças de 0 a 11 anos superaram os registros de abandono e negligência em Campinas. O dado faz parte do boletim atualizado do Sisnov (Sistema de Notificação de Violência), divulgado nesta quinta-feira (4).

O levantamento reúne denúncias feitas por escolas, unidades de saúde, serviços de assistência social e forças de segurança. A análise considera exclusivamente ocorrências envolvendo crianças e adolescentes e levou meses até ser concluída.

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Em 2024, entre crianças de até 11 anos, o Sisnov registrou:

•   260 notificações de violência sexual
•   249 de abandono e negligência

Até então, o cenário era o inverso. Em 2023, por exemplo, foram 268 casos de negligência e 247 de violência sexual.

A mudança acende um alerta entre equipes da rede de proteção, porque indica maior exposição das crianças a situações de vulnerabilidade, muitas vezes dentro do próprio ambiente doméstico.

O sistema também disponibiliza números preliminares deste ano, considerando vítimas até 14 anos:

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•   Violência sexual: 210 notificações
•   Abandono e negligência: 243 notificações

Caso recente de abandono de incapaz

Uma criança de um ano foi internada em estado gravíssimo na noite de quarta-feira (3) após dar entrada na UPA Campo Grande, em Campinas, com parada cardiorrespiratória e uma lesão severa no rosto. A mãe, de 26 anos, e o padrasto, de 24, foram presos em flagrante por abandono de incapaz com resultado de lesão grave e omissão de socorro.

Segundo a Polícia Militar, o médico que atendeu o menino acionou a corporação porque desconfiou das versões apresentadas pelo casal. Ele relatou que o bebê chegou em estado crítico e com um machucado grave no lado esquerdo do rosto. Após os primeiros atendimentos, a criança foi transferida para o Hospital Mário Gattinho, onde permanece internada sem previsão de alta.

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De acordo com o boletim de ocorrência, o padrasto levou o menino à UPA e disse aos profissionais de saúde que encontrou a lesão quando voltou para casa, após ir com a companheira até a esquina, no momento em que ela saiu para trabalhar. A mãe chegou à unidade pouco depois e afirmou que havia passado o dia no trabalho, deixando a criança sob os cuidados do companheiro.

A PM encaminhou os dois para a delegacia, onde foram autuados em flagrante. O caso foi registrado no 2º Distrito Policial de Campinas e segue em investigação.

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