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Itens usados na bacalhoada estão mais caros nesta Páscoa

Já os preços médios do chocolate em barra e do bombom ficaram abaixo da inflação: alta de apenas 2,43%

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Itens da tradicional bacalhoada estão mais caros. (Foto: Código 19)

O consumidor terá mais gastos com os preparativos da bacalhoada deste ano, prato tradicional da Páscoa, conforme mostra um levantamento realizado pelo SindiVarejista de Campinas em parceria com a FecomercioSP (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo).

A batata inglesa obteve o maior reajuste: 72,63% devido ao clima chuvoso do primeiro trimestre que prejudicou a safra. Em seguida estão o pimentão (31,63%), a cebola (20,71%) e o brócolis (13,55%). O bacalhau também aumentou cerca de 20% neste ano.
O levantamento tem como base os dados de fevereiro e março do IPCA-15 (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) e foi possível ver uma variação positiva de 4,18% no acumulado dos últimos 12 meses.

Alternativa ao bacalhau, que é importado e está sujeito a variações cambiais, estão os peixes nacionais, como os pescados que aumentaram 1,56%. Por isso, para quem quer economizar, a presidente do SindiVarejista, Sanae Murayama Saito, recomenda substituir o bacalhau por outros peixes como pirarucu, abrótea, badejo, manjuba, merluza e traíra. "São opções que também estarão disponíveis com oferta mais abundante no período", explica.  

Os preços médios do chocolate em barra e do bombom ficaram abaixo da inflação: alta de apenas 2,43%. Já o chocolate em pó subiu 3,09%. A entidade ressalta que o quilo do ovo de Páscoa supera o valor do quilo de uma barra de chocolate, por exemplo.  

Por outro lado, os preços do alho (-1,68%), do sorvete (-1,22%), da cerveja (-0,79%) e da azeitona (-0,14%) apresentaram queda, na mesma base comparativa.
 
VENDAS

Apesar dos preços mais elevados as vendas de Páscoa na RMC (Região Metropolitana de Campinas) devem ter um crescimento neste ano. A projeção é da Acic (Associação Comercial e Industrial de Campinas). Neste ano a data cai no dia 21 de abril.  

Para 2019, segundo a entidade, a expectativa é de que 3.450 toneladas de chocolate sejam consumidas em toda a região, isso é cerca de 1,5% acima, quando comparado com 2018.  

Já a contratação de mão de obra temporária também deve apresentar ligeira alta: 1,65%, passando de 4.840 para 4.920 funcionários.

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