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Economia

Fim de ano deve aumentar 35% no movimento de bares e restaurantes

O crescimento esperado para 2019 é maior em relação ao mesmo período do ano passado

| ACidadeON Campinas

Restaurantes e bares devem ter um movimento melhor neste fim de ano (Foto: Luciano Claudino/Código19) 

Um estudo da Abrasel RMC (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes da Região Metropolitana de Campinas) apontou para uma alta de 35% no movimento na comparação com os meses normais. O crescimento esperado para 2019 é maior em relação ao mesmo período do ano passado.

O levantamento foi feito em cerca de 300 estabelecimentos associados. A estabilidade e recuperação gradual da economia neste ano, ao contrário de 2018, já começam a ser sentida pelos restaurantes e bares que trabalham com eventos.

Além disso, no ano passado, as festas de final de ano na região incrementaram o faturamento em R$ 380 milhões. Neste ano, a expectativa é que chegue a R$ 400 milhões - crescimento de 5%.

A movimentação por reservas nos estabelecimentos, tanto por parte de empresas (corporativos) como de grupos, começou em outubro e deve se intensificar em novembro e dezembro.

Para Matheus Mason, presidente da Abrasel RMC, as expectativas são muito melhores aos últimos quatro anos, quando o País esteve mergulhado na crise e o cliente evitou gastos com festas fora de casa, restringindo até as tradicionais confraternizações.
"Na média, os empresários estimam um aumento de 35% na movimentação e faturamento neste ano sobre o ano passado. Em termos de aumento real, isso significa um crescimento de cinco pontos percentuais sobre os 30% do ano passado". De acordo com Mason, existem casos em que o aumento previsto deve ser superado.

"Em alguns estabelecimentos o crescimento de público e faturamento nesta época chega a 100%", conta. O setor de alimentação fora do lar é um dos mais importantes para a economia.

Somente na RMC este segmento conta com cerca de 12 mil estabelecimentos em funcionamento. Ele é um dos maiores geradoras de empregos, com mais de 60 mil postos de trabalhos diretos e outros milhares de indiretos -, número expressivo e importante para a economia regional, que a exemplo do País, passa por um momento de crise de desemprego.

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