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Empate em dérbi traz recordações negativas para o Guarani e bons presságios para a Ponte

O empate de 0 a 0 no dérbi 203 entre Guarani e Ponte Preta, no último domingo (8), não traz boas recordações para os torcedores bugrinos

| ACidadeON Campinas -

 

Guarani e Ponte Preta não saíram do 0 a 0. (Foto: Luciano Claudino/Código19)

O empate de 0 a 0 no dérbi 203 entre Guarani e Ponte Preta, no último domingo (8), não traz boas recordações para os torcedores bugrinos, ao mesmo tempo que é comemorado pelos pontepretanos. O resultado desse jogo, protagonizado pelos dois times campineiros no estádio Brinco de Ouro da Princesa, pela sexta rodada da Série B do Campeonato Brasileiro, traz de volta lembranças nada positivas para o lado alviverde. 
 
 ENTENDA

O último clássico com resultado de 0 a 0 entre as equipes no Brinco de Ouro da Princesa foi em 2004, ano do rebaixamento do Guarani para a Série B (22º colocado) e de uma das melhores campanhas da Ponte Preta no Brasileirão de pontos corridos, a décima colocação, superada em 2016, com o oitavo lugar. 

Na ocasião, mais de 10 mil torcedores estiveram presentes no duelo, apitado por Edílson Pereira de Carvalho, protagonista de um dos maiores esquemas de manipulação de resultados do futebol. O escândalo foi chamado de Máfia do Apito. Ele foi banido do esporte e chegou a ser preso em uma ação conjunta da Polícia Federal e do Ministério Público de São Paulo.  

O empate de 0 a 0 no dérbi 203 entre Guarani e Ponte Preta, no último domingo (8), não traz boas recordações para os torcedores bugrinos. (Foto: Código 19)


A data era 24 de outubro e o Guarani entrou em campo com Jean; Dida, Juninho, João Leonardo e Patrick; Marcos Paulo, Careca e Simão; Sandro Hiroshi, Roncatto e Viola. No decorrer da partida, entraram também Valdeir, Hárison e Willian. O técnico era Jair Picerni. 

Já a Ponte Preta tinha Lauro, André Cunha, Rafael Santos e Luciano Baiano; Marcus Vinícius, Romeu e Flávio; Júlio César, Alecsandro e Anselmo. Depois, entraram em campo Roger, Lindomar e Barata. O técnico era: Nenê Santana. 

O jogo foi válido pela 37ª rodada, com a Ponte Preta na oitava colocação, com 53 pontos, contra 69 do líder Athletico. O Guarani era o lanterna (24º), com 34. O Atlético Mineiro, primeiro acima da zona de rebaixamento, tinha 39. Para muitos, o empate cravou o rebaixamento do time bugrino. 

Nas nove rodadas posteriores, o Guarani não conseguiu deixar a zona de rebaixamento e revezou, principalmente na lanterna, com o também rebaixado Grêmio. No fim, acabou na 22ª colocação, com 49 pontos, dois a menos do que o Botafogo, em 20º e fora do descenso. Também caíram: Criciúma (50), Vitória (48) e Grêmio (39). 

Já a Ponte Preta ficou muito perto de conquistar uma vaga na Sul-Americana, terminando na 10ª posição, com 64 pontos. O último com a vaga no torneio continental foi o Fluminense, 9ª posição, com 67. 

Confira os últimos nove jogos do Guarani:   

- Internacional (3x1), Goiás (1x1), Flamengo (0x1), Vitória (0x0), Palmeiras (2x0), Botafogo (0x1), Figueirense (2x1), Paysandu (2x4) e Grêmio (2x0). 

Confira os últimos nove jogos da Ponte Preta:   

- Paysandu (3x0), Vasco (2x2), São Caetano (0x3), Grêmio (1x6), Athletico (2x3), Criciúma (1x0), Fluminense (0x1), Internacional (1x2) e Vitória (2x1). 

* Lado esquerdo os times de Campinas. No direito, os adversários.

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