Nesta semana, a série documental “O Mistério de Varginha” (clique aqui para assistir no Globoplay) prendeu os brasileiros em frente à TV. A parceria entre a EPTV e a TV Globo trouxe de volta uma discussão que já dura quase 30 anos. O ET de Varginha existiu ou não?
A história, que marca gerações e mudou a realidade da cidade mineira, também passou por Campinas, já que o suposto ET teria sido encaminhado à Unicamp (Univeridade Estadual de Campinas) e passado por perícia com o médico-legista Fortunato Antônio Badan Palhares.
Mas, além desse caso envolvendo extraterrestres, de avistamentos de ovnis (objeto voador não identificado) e luzes estranhas no céu de Campinas, a cidade tem um histórico ufológico de décadas.
O criador do projeto “O Que Te Assombra” e colunista do acidade on, Thiago de Souza, abre esses arquivos misteriosos. Confira:
A história ufológica de Campinas
Caso José Florêncio
Ano – 1931.
Local: Bairro Cambuí – nas imediações das ruas Sampaio Peixoto e Alecrins.
Segundo Thiago de Souza, o relato da vítima do sequestro interestrelar, que à época tinha entre 8 e 9 anos, dizia que depois de uma partida de futebol com amigos, foi surpreendido no caminho de volta para casa por um disco voador de cor cinza escuro.
O ovni fazia um barulho de motor de geladeira. O garoto tentou correr, mas em segundos a nave já estava a sua frente e com a porta aberta. Um ser saiu de dentro da espaçonave e o conduziu para seu interior. Os condutores do veículo espacial tinham pouco mais de um metro e meio, pele morena, olhos azuis e cabelos platinados. Usavam macacões, botas e um capacete com antenas.
Na nave, toda revestida de metal e com um piso xadrez, ele teria sido submetido a supostas avaliações médicas. Florêncio ainda teve tempo de perceber que fizeram um pequeno tour espacial, pois percebeu, pelas janelinhas da nave, planetas e estrelas passando.
Depois do rolê espacial, retornaram à Terra e, no mesmo lugar que foi abduzido, ele foi deixado pelo bairro do Cambuí. Na manhã seguinte, ele percebeu feridas de picadas no corpo, teve frieiras nos pés e, ao ser levado ao hospital, foi diagnosticado com amarelão. Na ufologia, esse é conhecido como o primeiro caso de possível abdução no Brasil.
A chuva de Prata em Campinas
Ano – 1954.
Local: Avenida Anchieta – Centro de Campinas.
Thiago conta que em dezembro de 1954, três discos voadores foram observados no céu da cidade, nas imediações de onde hoje se encontra a Prefeitura Municipal.
Eles possuíam a forma de um cone, de cor cinza. Desceram dos céus e começaram um rasante pela área central da cidade, mas de repente pararam. Estavam sobre a Estação de Força da CPFL (Companhia Paulista de Força e Luz), na Avenida Anchieta, quando o ovni, que aparentemente liderava o esquadrão alienígena, começou a liberar, por seu orifício inferior, um tipo de produto que lembrava um metal líquido, que parecia estar incandescente.
Esse líquido, ao perder a temperatura, começou a cair sobre as casas na forma de uma chuva metálica prateada. Ele atingiu as três últimas residências da Rua Luzitana, no encontro da via com a Rua Major Sólon.
Os moradores locais procuraram um jornalista, que teria recolhido o material para oferecer como prova do acontecido.
Matéria veiculada e material levado à análise. Dias depois do acontecido, o resultado das perícias: o material metálico era Estanho a 88,91% de pureza. A Aeronáutica teria assumido as investigações do caso.
Até hoje, o caso da chuva de prata é um mistério e um importante objeto de estudos de ufólogos de todo o mundo!
O Chupa-Cabra em Campinas
Ano – 1997.
Local: Jardim Bananal.
Outra história relembrada por Thiago aconteceu no ano de 1997, quando pipocavam relatos de ataques a animais domésticos em toda América Latina. E não apenas a brutalidade dos ataques chamavam a atenção, detalhes sobre os métodos de execução tornavam os casos mais bizarros. Entre olhos retirados e pelagem hermeticamente extraída, havia uma característica muito particular do suposto agressor: a ausência de sangue nas vítimas.
E foi isso que, provavelmente, motivou o apelido “en español” dado ao ET sanguinário: El Chupa Cabras!
Depois de ter apavorado pecuaristas, granjeiros e criadores de animais da região de Rafard (SP) e Capivari (SP), o bicho teria feito vítimas nos bairros campineiros do Campo Belo e Bananal.
Embora os ataques tenham acontecido em número significativo, não houve registro em foto ou vídeo da criatura. Mas, segundo as descrições, havia mais de uma espécie de Chupa-Cabras azucrinando as criações da região. Seus retratos falados variam entre criaturas peludas com olhos vermelhos até repitilianos escamosos.
Os ataques duraram menos de um ano e do mesmo jeito que começaram, simplesmente se encerraram.
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