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Presépio de 60 m² da família Curcio abre para visitação gratuita; veja fotos

Presépio reúne cenários urbanos e rurais, elementos do folclore e tradições regionais e estrangeiras

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O tradicional presépio mecânico da família Curcio, em Campinas, ficará aberto para visitação gratuita a partir deste sábado (6). A exibição acontece todos os fins de semana de dezembro, das 8h às 11h, na unidade da Sanasa (Sociedade de Abastecimento de Água e Saneamento), localizada na Avenida Ângelo Simões, 487.

Personagens em movimento

O presépio reúne cenários urbanos e rurais, elementos do folclore e tradições regionais e estrangeiras. Os personagens ganham movimento com um mecanismo artesanal formado por rodas de bicicleta, polias, correias e barbantes, além de iluminação e engrenagens montadas manualmente.

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O presépio foi reconhecido nesta semana como Patrimônio Cultural Imaterial de Campinas pelo Condepacc (Conselho de Defesa do Patrimônio Artístico e Cultural).

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Peças instaladas em um espaço de 15 metros

Instalado em um espaço de 15 metros de extensão por quatro de profundidade – que equivale a 60 metros quadrados -, o presépio foi construído ao longo de quatro gerações da família Curcio. Cada peça é produzida de maneira artesanal.

Como começou a tradição?

A tradição teve início com José Curcio, italiano da Calábria que chegou ao Brasil em 1906 trazendo o Menino Jesus esculpido em canivete pelo próprio imigrante. A imagem – com mais de 100 anos – permanece no presépio exposto na Sanasa.

Por volta de 1912, Curcio começou a montar o presépio na casa onde morava, na Avenida Senador Saraiva. Desde então, a tradição foi mantida e ampliada pela família, chegando à quarta geração.

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Registro como patrimônio imaterial

O parecer técnico aprovado pelo Condepacc aponta que o presépio representa não apenas um ofício transmitido entre gerações, mas uma prática cultural profundamente ligada à identidade campineira.

Segundo o conselho, trata-se de um símbolo da memória urbana, da criatividade popular e da capacidade de reinvenção que mantém viva a tradição há 119 anos.

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