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Política

Câmara vota programa de coleta de óleo de cozinha

O responsável pela sua implantação será a Prefeitura Municipal de Campinas

| ACidadeON Campinas

Votação acontece na noite desta quarta-feira. Foto: Divulgação/Câmara de Campinas

Os vereadores de Campinas vão votar, nesta quarta-feira (4), em 1ª análise, projeto de lei do vereador Cidão Santos (Pros) que cria o programa de recolhimento de óleo de cozinha usado nas residências dos moradores de Campinas.

O programa a ser instituído, segundo o projeto, tem por objetivo proteger o meio ambiente. O responsável pela sua implantação será a Prefeitura Municipal de Campinas, por meio de parcerias com ONGs, empresas e trabalhadores autônomos que atuam no ramo de reciclagem.

O morador deverá recolher o óleo em garrafas, tipo pet, e, posteriormente, entregá-las aos parceiros, que serão responsáveis pela coleta e destinação, conforme cronograma a ser estipulado pelo Executivo Municipal.

O vereador justifica que, além do destino correto do óleo, esse programa criará nas pessoas a conscientização para promover a preservação do meio ambiente.
 
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Também será votado nesta quarta, em 1ª análise, Projeto de Lei Ordinária dos vereadores Cidão Santos (PROS), Marcos Bernardelli (PSDB) e Paulo Haddad (Cidadania) que obriga as agências bancárias a instalarem equipamento de escaneamento corporal na entrada de seus prédios. A Câmara chegou a aprovar lei de Cidão neste sentido em 2017, que acabou vetada pelo prefeito, porém os parlamentares entendem que o cenário atual é diferente.

"Além do apelo de pessoas que sabiam do projeto e do aumento da eficácia do equipamento, há hoje agências bancárias que já estão colocando por conta própria o equipamento, como as do banco Santander, o que prova que ele é viável para o setor. O scanner corporal tem tecnologia superior aos atuais detectores de metal, que estão obsoletos e instalados há mais de 15 anos nas agências, desta forma garantem mais segurança e conforto a clientes e funcionários", disse Cidão.

Vale lembrar que a reapresentação de um projeto de lei rejeitado (seja ele no Plenário ou pelo Executivo) é possível após um ano contando da data da rejeição, de acordo com a Lei Orgânica do Município, ou mesmo antes deste período caso ocorra mediante proposta da maioria absoluta dos membros da Câmara.

CINE CÂMARA

Também será votado o PL que cria o Cine Câmara na Câmara Municipal de Campinas. Ele será um programa específico de exibição e debate de filmes, documentários e curtas-metragens.

A proposta visa difundir a cultura e a arte, estimular a reflexão e o debate; e aproximar a população do Poder Legislativo. O projeto prevê parceria com o curso de Midiologia do Instituto de Artes da Unicamp para exibição de documentários e curtas-metragens produzidos por alunos.

A parceira ainda vai incluir a TV Câmara na produção e veiculação do material disponibilizado para o Cine Câmara. Assim, no início de 2020, a emissora pública vai exibir os filmes dos alunos da Unicamp no programa "Direto da Universidade".

Além disso, no escopo da programação está a produção de curtas-metragens ligadas aos temas debatidos pelas Comissões Permanentes da Casa.

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