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Política

MPE nega pedido de cassação de Dário Saadi por suposta compra de votos

Cópia de ação circulou nas redes sociais com nome de promotora, mas Ministério disse que representação não foi oferecida à Justiça e houve "equívoco"

| ACidadeON Campinas

Dário durante consulta um dia antes da campanha começar (Foto: Rede Social) 

O MPE (Ministério Público Eleitoral) negou nesta quarta-feira (27) que pediu a cassação da candidatura de Dário Saadi (Republicanos) à Prefeitura de Campinas por suposta compra de votos. A negativa ocorreu após uma cópia da ação ter circulado nas redes sociais hoje. Nela, havia o nome da promotora Simone Rodrigues Horta Gomes, sem a sua assinatura.

Procurado o MPE disse em nota oficial que "a representação não foi oferecida à Justiça e por um equívoco encartada no SIS-MP e encaminhada por uma advogada à imprensa".

Essa suposta compra de votos estaria relacionada a uma participação de Dário em um evento que providenciou consultas médicas gratuitas em um condomínio na região do distrito do Ouro Verde. Isso ocorreu no dia 26 de setembro.

O atendimento ocorreu em um sábado no Condomínio Residencial Ouro Verde, localizado no Parque Universitário. O exame era gratuito e serviria para a utilização da piscina no local.

"Senhores moradores, sábado dia 26/09/2020 das 10:00 h as 12:00 h o Dr. Dário Saadi estará em nosso condomínio (BLOCO 16) para realizar exame médico", dizia o texto da propaganda colada no próprio condomínio. Dário Saadi é médico urologista e concorre ao cargo de prefeito pela primeira vez.

OUTRO LADO


Procurado, a defesa do candidato se pronunciou em nota oficial e disse que "realiza o evento gratuitamente de avaliação médica de moradores do Residencial Ouro Verde há 20 anos". "É uma iniciativa que faz parte do seu compromisso de médico e independe de eleições ou de cargos que ele tenha ocupado. Apenas o desespero de adversários pode explicar a transformação desse fato em causa eleitoral", diz a nota.


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