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Eleições

TSE falha no combate às fake news no primeiro turno

Conselho se reuniu sete vezes para, basicamente, discutir o que é fake news e quais medidas poderiam ser tomadas para evitar sua disseminação

| FOLHAPRESS

As Fake News se proliferam durante campanha eleitoral nas redes sociais (foto: divulgação)

O conselho consultivo sobre internet e eleições criado pelo TSE não apresentou resultados efetivos no combate a proliferação de notícias falsas até o fim do primeiro turno. Formado por integrantes da Justiça Eleitoral, do governo federal, do Exército e da sociedade civil, o conselho se reuniu sete vezes para, basicamente, discutir o que é fake news e quais medidas poderiam ser tomadas para evitar sua disseminação.  

As fake news proliferaram durante a campanha, muitas delas distribuídas pelos canais de comunicação instantânea. Para Cristina Tardáguila, diretora da Agência Lupa, de checagem de fatos, "a única instância que efetivamente combateu as notícias falsas na velocidade em que elas precisam ser combatidas foi a imprensa, mais especificamente os checadores de fatos profissionais".  

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Mourão não propôs confisco  

É falsa a informação de que o general Hamilton Mourão (PRTB), candidato a vice-presidente de Jair Bolsonaro (PSL), propõe o confisco da poupança caso a chapa vença a eleição. O boato foi espalhado após um blog compartilhar uma reportagem do jornal Folha de São Paulo, mas adulterando o título. A matéria original não faz nenhuma menção ao confisco. 

Frase de John Lennon  

Não é verdade que Manuela DÁvila (PcdoB), candidata a vice-presidente de Fernando Haddad (PT), afirmou que o cristianismo vai desaparecer e que "nós somos mais populares do que Jesus Cristo neste momento". A declaração que aparece em uma montagem postada no Facebook foi dada, na verdade, por John Lennon, referindo-se aos Beatles, em 1966.  

Sem nudismo  

Não houve manifestação com pessoas peladas na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Uma foto que viralizou no Facebook com a legenda "vejam como o pessoal do campus da UFMG tirou a manhã de hoje para protestar contra o Bolsonaro" foi, na verdade, tirada em Melbourne, na Austrália, há quase 17 anos. 

As checagens acima foram realizadas pelo Comprova, projeto que reúne jornalistas de 24 diferentes veículos de comunicação brasileiros.

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