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Justiça nega mais um pedido de resposta de Rafa contra Dário

A propaganda afirma que o pai de Rafa, Salvador Zimbaldi, é investigado na Lava Jato

| ACidadeON Campinas

Rafa Zimbaldi teve mais um direito de resposta negado (Foto: Divulgação) 

A juíza eleitoral de Campinas, Renata Manzini, negou o pedido de direito de reposta do candidato à Prefeitura de Campinas Rafa Zimbaldi (PL) contra uma propaganda de Dário Saadi (Republicanos). Os dois são adversários no segundo turno da cidade. Este é o terceiro pedido de resposta de Rafa que é negado.

A propaganda contém a seguinte mensagem "Rafael Zimbaldi votou a favor do projeto do Doria que aumenta impostos em São Paulo. Ele até tentou tirar esse comercial do ar, mas a Justiça confirmou o fato. Rafa que se explique. Veja o que os empresários pensam do aumento de impostos que o Rafa apoiou: -Um candidato que votou... no mínimo ele não gosta de pessoas. A gente não deve apoiar esse tipo de candidato. É, parece que o Rafael aprendeu tudo com o pai, o Salvador Zimbaldi, investigado na Lava Jato por receber quinhentos mil reais em dinheiro da Odebrecht. Fala uma coisa, mas faz outra.", contendo imagens do candidato a prefeito pela coligação representante e anúncios de reportagens sobre os fatos.

De acordo com a juíza, a publicação questionada faz parte do embate político e é natural da disputa eleitoral, além de não trazer nenhuma mentira.

"Como bem ponderou o membro do Ministério Público Eleitoral, as notícias trazidas na propaganda impugnada, a qual traz informações públicas sobre votação em que o representante participou, relata fatos envolvendo o genitor dele, que são objeto de apuração no STF, não trazendo nenhuma inverdade. Afirmou, ainda, que as afirmações feitas pelos representados não caracterizam o crime de calúnia, nem injúria e tão pouco difamação", diz a sentença.

OUTRO LADO

Procurado, Rafa se pronunciou através de nota oficial "A sentença deixou de reconhecer evidente ofensa à honra de uma pessoa que não está sendo investigada. Por inconformismo, vamos recorrer da decisão".

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