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Café Filosófico discute ficção com escritor Julián Fuks

Nascido em 1981, o paulistano Julián Fuks é escritor e crítico literário

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Nascido em 1981, o paulistano Julián Fuks é escritor e crítico literário (Foto: Fernanda Sucupira) 

O premiado escritor Julián Fuks, um dos principais nomes da literatura brasileira contemporânea, conversa com o crítico literário Manuel da Costa Pinto sobre "O cansaço da ficção" no Café Filosófico CPFL Especial Prêmio Oceanos desta sexta-feira (29) às 19h.

O público pode acompanhar e enviar perguntas aos palestrantes através da transmissão ao vivo no site (http://www.institutocpfl.org.br/aovivo) e na página do Instituto CPFL no Facebook (https://www.facebook.com/institutocpfl/). A gravação, no estúdio do Instituto CPFL, em Campinas, tem entrada gratuita.

Segundo os palestrantes, a imaginação já viveu dias melhores. Por toda parte nota-se uma impaciência em relação à invenção na literatura, no cinema, nas artes. Escritores, cineastas e artistas, então, se veem cada vez mais apegados ao real, vasculhando um mundo presente e cotidiano em busca de histórias que ainda mereçam ser contadas.

Para eles, são múltiplos os efeitos desse cansaço da ficção: entre eles, talvez, o desinteresse pelas utopias, a proliferação de ameaças distópicas encravadas no real.

Nascido em 1981, o paulistano Julián Fuks é escritor e crítico literário. Em 2012, foi eleito pela revista Granta um dos vinte melhores jovens escritores brasileiros. Em 2016, ganhou o Prêmio Jabuti na categoria romance e foi 2º colocado do Prêmio Oceanos de Literatura em Língua Portuguesa com o livro "A Resistência".

O debate é parte de uma parceria entre o Instituto CPFL e o Prêmio Oceanos, o maior da literatura em língua portuguesa da atualidade.

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