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Economia

Estado cria Bolsa do Povo para unificar programa e repasse de até R$ 500

Iniciativa do governo de São Paulo prevê ainda contratar 20 mil pais e mães para trabalhar no ensino estadual

| ACidade ON - Circuito das Águas

O governador de São Paulo com o cartão do Banco do Povo em formato maior (Foto: Governo do Estado de São Paulo) 

O governo de São Paulo anunciou nesta quarta-feira (7) a criação do Bolsa do Povo, que unificará os programas sociais de São Paulo em um cadastro único com aumento dos valores pagos. O programa vai pagar benefícios de até R$ 500 e poderá beneficiar até 500 mil pessoas direta e indiretamente nos 645 municípios paulistas.

O governo estadual prevê um investimento de R$ 1 bilhão no programa em 2021. No Bolsa do Povo, a principal medida é a contratação de 20 mil pais e mães de alunos das escolas públicas para trabalhar em jornadas de até quatro horas diárias, junto com capacitação, e uma remuneração de R$ 500/mês dentro do sistema de ensino estadual.

O Governo de SP também pretende ampliar os valores dos benefícios atuais de dois programas já existentes, passando de R$ 80 para R$ 100. O aumento será para o Ação Jovem, voltado para estudantes de 15 a 24 anos para que permaneçam nos estudos, e o Renda Cidadã que atende pessoas de baixa renda.

O projeto de lei que institui o Bolsa do Povo será enviado hoje à Assembleia Legislativa em regime de urgência para que as ações de assistência social e transferência de renda ajudem no combate às dificuldades emergenciais causadas pela pandemia.

UNIFICAR PROGRAMAS

O Bolsa do Povo vai reunir programas sociais estaduais já existentes, abrangendo sete eixos diferentes. São eles: Bolsa Trabalho (Emprego), Bolsa Renda Cidadã (Assistência Social), Bolsa Aluguel Social (Habitação), Bolsa Talento Esportivo (Incentivo), Bolsa Auxílio Via Rápida (Qualificação Profissional), Ação Jovem e contratação de mães e pais nas escolas (Educação), além da contratação de agentes de apoio na Saúde.


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