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Doria chama o quinto ministro de Temer para governo de São Paulo

| FOLHAPRESS

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O governador eleito João Doria (PSDB) anunciou nesta quinta-feira (6) o quinto ministro do presidente Michel Temer (MDB) como secretário de sua gestão a partir de 2019. Atual ministro do Turismo, Vinícius Lummertz será secretário da pasta correspondente no governo de São Paulo.Doria disse que seu governo terá 20 secretarias (atualmente são 25). Sendo assim, pelo menos 1/4 dos secretários serão membros da equipe de Temer. Doria ainda anunciará os secretários da Fazenda, dos Esportes e de Administração Penitenciária.Os ministros Gilberto Kassab (Casa Civil), Rossieli Soares (Educação), Sérgio Sá Leitão (Cultura), Alexandre Baldy (Transportes Metropolitanos) serão também secretários estaduais a partir do próximo ano. Além de Lummertz, Doria também anunciou Patricia Ellen e Celia Parnes como secretárias de Desenvolvimento Econômico e de Desenvolvimento Social, respectivamente.Ellen é formada em administração de empresas pela FEA-USP , e é presidente da Optum no Brasil, empresa de tecnologia em saúde do grupo United Health, comandado pelo médico Cláudio Lottenberg, aliado de Doria.Parnes também é formada em administração de empresas pela FEA-USP e foi presidente da Unibes (União Brasileiro-Israelita de Bem Estar Social). Ela é casada com Bernardo Parnes, ex-presidente do Deutsche Bank na América Latina, citado na coletiva de imprensa pelo governador eleito.Ex-secretário regional de Pinheiros, quando ganhou o apelido de "mini Doria", Paulo Mathias será secretário-executivo da pasta comandada por Celia Parnes.Jorge Damião, ex-secretário municipal de Esporte, será presidente do Memorial da América Latina, e Milton de Melo Santos, ex-presidente da Caixa Econômica Federal e atual presidente da associação Viva o Centro, será presidente da Desenvolve SP.​MENSALIDADES NAS UNIVERSIDADES PÚBLICASA pasta de Patricia Ellen englobará as atuais pastas de Ciência, Tecnologia e Trabalho. Questionada sobre a cobrança de mensalidades em universidades públicas, ela disse que é pessoalmente a favor de que os que possuem mais recursos paguem para que os mais pobres tenham acesso ao ensino superior. Mas ressaltou se tratar de uma discussão que ainda precisará ser feita com as universidades e com a sociedade paulista como um todo."Eu sou a favor de que as pessoas contribuam como podem. Hoje, como executiva, estou deixando meu cargo para contribuir com o estado de São Paulo. O que estou fazendo dá um pouco da minha visão pessoal. Mas acho que a gente tem que ter uma resposta coletiva para isso", disse Ellen.

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