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Curadoria Hilst
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    Venha Curtir Arte e Poesia ao VIVO no Palco da Casa do Sol

    Música, Artes Visuais, Teatro, Dança e muita Poesia, é claro, para levar para o palco digital o mesmo espaço de criação e inspiração da Casa do Sol

    | ACidade ON

     

    17:00 Abertura com Paula Santiago Pílulas Poéticas de Hilda Hilst
    17:15 Expo Olga Bilenky Artes Visuais
    17:30 Mariana Payno Pílulas Poéticas de Hilda Hilst
    17:45 Studio Mariana Loureiro Cenas Curtas
    18:00 Juliana Amaral Música e Poesia
    18:15 Revistas de Cultura (RJ) Poesia
    18:30 Expo Túlio Campello Artes Visuais e Poesia
    18:45 Lupa Santiago Música
    19:00 Paula Santiago Pílulas Poéticas de Hilda Hilst
    19:05 Alexandre Grooves Música
    19:30 Matula de Teatro Teatro e Música
    19:45 Mariana Abreu Dança
    20:00 Luis Marmora Teatro
    20:15 Círculo Hilda Hilst Poesia
    20:30 A Canção e o Violino Música
    20:45 Encerramento - Paula Santiago Pílulas Poéticas de Hilda Hilst


    Paula Santiago formou-se em interpretação teatral pela PUC MINAS e colaborou com a produtora Hysteria. Além de atriz, possui formação sólida em dança clássica, flamenco e canto. Mais recentemente tem estudado a dramaturgia insculpida na troca de cartas entre Mora Fuentes e Hilda Hilst, e comanda o programa Pílulas Poéticas no canal Curadoria Hilst.  


    Olga Bilenky é Artista Visual residente na Casa do Sol desde a década de 70, criando suas obras e algumas capas de livros, incluindo alguns de Hilda Hilst. Nesse período, entre os pincéis e os livros, Olga buscou curar o sentimento de culpa. Encontrou em Jung o que viria a ser uma espécie de marca registrada de sua arte, as mandalas. A inspiração vem de dentro, abençoada por uma fé própria e rituais singulares. "Antes de começar uma tela, tiro todos os maus olhados e penso: quero que dê tudo certo. Peço aos Guias para que me iluminem", diz Olga. Para ela, a religiosidade está no espaço curto de tempo e no mistério que é permitido a cada indivíduo viver.

    Mariana Payno é jornalista, linguista e poeta. Como jornalista de cultura, colaborou com diversas revistas, entre elas Gama, Bravo!, ELLE e Vogue, e trabalhou com o Instituto Hilda Hilst por mais de três anos. É autora do livro de poesia "As Ilhas Não Têm Saída", pela editora Primata, e participou da Antologia Primata, da mesma editora, junto a outros poetas contemporâneos. Em seus poemas, a morte e a sensação de despertencimento são temas centrais. Mariana lerá alguns poemas seus e de Hilda.

    O Studio ML é um espaço dedicado à prática e à pesquisa de atuação para cinema e TV. Coordenado pela atriz, professora e diretora de atores Mariana Loureiro, os cursos abordam diversas técnicas fundamentadas nos estudos de Ivana Chubbuck, Meisner, Lee Strasberg e Stanislavski, proporcionando ao ator uma experiência ampla e a possibilidade de construção do seu próprio método de trabalho. Vamos ver leituras de Hilda Hilst com: Simone Évanz - Atriz formada pelo IFCE (Ceará), e Bacharel em Publicidade e Propaganda pela Universidade de Fortaleza; Luiza Magalhães: atriz e bailarina. Integra a Cia Trupeagrega; Vinicius Aguiar é publicitário e ator formado pelo curso técnico do Centro de Artes e Educação Célia Helena; Verônica Agnelli é formada em Educação Musical, pela USC-Bauru. Fez cursos de canto e variados tipos de dança, teatro musical; Camila Brandão, atriz, palhaça, professora e cantora nas horas vagas. Atualmente cursa licenciatura em teatro na Faculdade Paulista de Artes e faz parte do grupo de teatro Coletivo Acácias; Luiz Fábio Torres, ator mineiro. Escola superior de teatro Célia Helena, São Paulo.  

    Juliana Amaral é cantora, compositora, designer gráfica, escritora e atriz. Tem cinco discos autorais lançados: "Açoite" (Selo Circus, 2016), "SM, XLS" (2012, Selo Sesc), "Entrevista com Stela do Patrocínio" (Selo Cooperativa de Música, 2007), "Juliana Samba" (2007, Lua Music) e "Águas Daqui" (2002, Lua Music). Seu trabalho destaca-se por um refinado acabamento técnico, cênico e musical, que lhe rendeu a admiração de público, músicos e crítica especializada, numa carreira longeva de 25 anos. Seus espetáculos foram apresentados em mais de 30 cidades nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná e Santa Catarina. Participou também de diversos CDs, DVDs e espetáculos de artistas nacionais e internacionais, incluindo concertos como solista das Orquestras Jazz Sinfônica, Sinfônica da Bahia e Petrobras Sinfônica. Multiartista, a cantora conduziu roda de samba semanal por 14 anos no Ó do Borogodó, casa de samba e choro em São Paulo.  

    Revistas de Cultura, com Sérgio Cohn e Ana Simonaci. A proposta de Revistas de Cultura é permitir o acesso a importantes coleções e revistas, com projetos como a Revista Expressa, de arte gráfica e hq/banda desenhada, os Cadernos Ultramares, de pensamento brasileiro, e os Cadernos de Música, que reúnem grandes ensaios e entrevistas em um formato inédito, trazendo um panorama da música brasileira. Leituras de Carol Dall Farra - poeta, rapper, slammer, estrelou o curta Mc Jess pelo qual recebeu o prêmio de "melhor atuação" do Festival Mix Brasil. Foi uma das poetas convidadas para realizar a primeira batalha de Slam no Rock in Rio em 2019. Seu poema "Na ponta do abismo", foi publicado no livro "Querem no calar: poemas para serem lidos em voz alta"; Eliane Potiguara recebeu do governo brasileiro o Título de "Cavaleiro da Ordem ao Mérito Cultural em 2014, indicada em 2005 ao Projeto Internacional "Mil Mulheres ao Prêmio Nobel da Paz", escritora, poeta, professora, é da etnia Potiguara, brasileira, fundadora da 1ªorg. de mulheres indígenas GRUMIN / Grupo Mulher-Educação Indígena (1988), embaixadora da Paz pelo Círculo de Embaixadores da França e Suiça. Publicou "METADE CARA, METADE MÁSCARA", pela Global Editora, 2004 e em 2019 pela GRUMIN EDIÇÕES.  

    Túlio Campello - Regido pela batuta do acaso, Túlio começa a pintar de maneira autodidata e tímida em 2016 durante a universidade, buscando por uma figuração fácil com um mínimo de fidelidade do olhar. Seu ímpeto de produção toma força em Medellín, na cidade da eterna primavera, começa a se expandir para aquarelas, suas telas começam a tomar maiores proporções e os temas se centram nas memórias e no feminino. É em São Paulo onde a pesquisa sobre o Expressionismo Abstrato cresce, permeada de jazz e pequenos poemas espalhados. Foram mais de três anos na escola da tentativa e muito erro para desconstruir a ideia de que a pintura depende, necessariamente, de um pincel. Hoje sente que parte de sua timidez caiu do sétimo andar em meio aos gizes, pastéis oleosos, ferramentas, espátulas e nanquim. As obras aqui apresentadas foram produzidas nos anos de 2019 e 2020, em diferentes estudos sobre cores, camadas e raspagem de tintas. "Estudos sobre Cores, Camadas e Raspagem de Tintas"
    1.Largo da Banana, 2019 (acrílica sobre tela 20x40cm)
    2.Feminino, 2019 (acrílica sobre tela 27x35cm)
    3.Interior e Exterior, 2020 (acrílica e bastão oleoso sobre tela 60x120cm)
    4.Trilha Sonora do Centro, 2020 (acrílica e bastão oleoso sobre tela 70x70cm)

    Lupa Santiago, Guitarrista, compositor e educador, se apresentou e gravou com diversos artistas internacionais de Jazz no Brasil, e em turnês em 36 paises entre Europa America do Sul, África e EUA, ao lado de nomes como David Binney, John Escreet, Jerry Bergonzi, Bill Pierce, Jaleel Shaw, Dave Liebman, Ronan Guilfoyle, Jarmo Savolainen, Ohad Talmor, Benoit Sourisse, André Charlier, Didier Lockwood, Jakob Anderskov, Dave Pietro, Howard Levy, Adônis Rose, Ed Neumeister, Oscar Stagnaro, Magos Herrera, Jamey Haddad, entre outros, além dos artistas brasileiros : Roberto Menescal, Daniel DAlcântara, Helio Alves, Nelson Faria, Sizão Machado, Vinicius Dorin, Edu Ribeiro, Rogério Bocato, Sergio Galvao, Nenê, Cuca Teixeira entre outros. Com 24 CDs lançados como líder em seus grupos (5teto com Rodrigo Ursaia, Regra de Três, Lupa Santiago Sexteto, Sinequanon, Duo com Paulo Braga), sendo 6 gravados e lançados no exterior, além de participação em cd´s de outros artistas. seu primeiro álbum recebeu indicação para o Grammy Latino. Lupa é Coordenador Pedagógico da Faculdade Souza Lima/SP, autor de três livros e apresenta o programa semanal Edição Limitada na Radio Eldorado desde 2016.  "Laís" e "Não Empurra Não"

    Alexandre Grooves começou a tocar aos sete anos, na escola do Zimbo Trio (CLAM), onde fez os cursos de piano e contrabaixo. Mais tarde, como autodidata, aprendeu também a tocar violão, bateria e percussão. O artista declara que a sonoridade do seu trabalho tem influência de artistas como Djavan, Gilberto Gil, John Mayer, Stevie Wonder, Seu Jorge, Jamie Cullum, Lenine, entre outros. Antes de se lançar em carreira solo, Alexandre Grooves tocou com Maurício Manieri, Seu Jorge, Cláudio Zoli, Jair Oliveira e Funk Como Le Gusta, entre outros. O artista também integrou as bandas Grooveria e Paumandado. Entre os artistas que já participaram de seus shows, destaque para Wilson Simoninha, Luciana Mello, Seu Jorge, Jair Oliveira, Max de Castro, Maurício Manieri, Milton Guedes e Gabriel Moura. Seu disco de estreia "Amanhã Eu Não Vou Trabalhar" foi pré-selecionado para o Latin Grammy Award em cinco categorias e considerado pelo site iTunes, um dos 10 melhores CDs brasileiros de 2007, sendo também lançado no Japão. A faixa-título ficou entre as 10 músicas mais pedidas da Rádio Eldorado FM (SP), além de ser incluída no repertório dos shows da cantora MartNália. "Passar por Mim" foi gravada por Luciana Mello (CD "Nêga") e "Antes Não do que Talvez", por Pedro Mariano. Alexandre já tocou em Los Angeles, Long Beach, San Antonio, Nova York e Boston, nos EUA, além de participar do festival SXSW, em Austin. "É tudo Gente"

    Dudu Ferraz - O Matula Teatro parceiro de longa data do Instituto Hilda Hilst participa dessa festa junina com Dudu Ferraz, que apresentará uma canção inédita, feita em cima do poema "ÁRIAS PEQUENAS PARA BANDOLIM XI" de Hilda durante o período de pandemia da Covid19.  

    Mariana Abreu - Formada em dança pela Unicamp é professora, coreógrafa, diretora, produtora e bailaora (dançarina de flamenco). Se apresentou ao lado de grandes nomes do Flamenco nacional e internacional. Desde 2018 produz o evento anual Imersión Flamenco, com grandes artistas espanhóis como Jesus Carmona, María Moreno e Patricia Guerrero. Em 2009 fundou o Estúdio Soniquete, como um local para vivência da arte flamenca e promove o compartilhamento cultural por meio de aulas, eventos públicos e ações pedagógicas. Inspirada no Objeto-poético "Seis Aquarelas e Seus Poemas" de Hilda Hilst, a bailaora cria a palavra corporificada na poesia da dança.

    Luis Mármora & Luiz Gayotto - Luís Mármora se junta a Luiz Gayotto para apresentar uma das composições de Zeca Baleiro sobre poemas de Hilda Hilst no álbum: "Ode descontínua e remota para flauta e oboé, De Ariana para Dionísio". Ator formado pela Escola de Arte Dramática EAD/ECA/USP, Luís Mármora foi um dos fundadores da Companhia São Jorge de Variedades, onde trabalhou por 10 anos consecutivos. Também assinou a direção de AS BASTIANAS (Espetáculo indicado ao Prêmio Shell, Categoria Especial) - 2003. Em 2006, ainda na Cia. São Jorge, o ator fez uma incursão pela Companhia do Latão, na montagem de O CÍRCULO DE GIZ CAUCASIANO, direção de Sérgio de Carvalho. Em 2008 inicia uma carreira independente atuando em diferentes companhias, coletivos e produções, além de sua produção autoral. Sua criação Sápata Magáli é uma drag-queen criada em 2013. Luiz Gayotto, compositor, cantor, arranjador, violonista, percussionista e percussionista corporal há 20 anos, com 5 CDs autorais lançados (o mais recente é Nano_A_Yocto (2018)). Como diretor musical de teatro, teve duas indicações para o Prêmio Shell de Teatro, pela trilha/direção musical de "Vem-Vai O Caminho dos Mortos" (Cia Livre de Teatro 2007) e pela trilha/ direção musical de FAUSTO (de Goethe, com Cia São Jorge 2014). É professor de prática vocal na EMESP Tom Jobim.

    CÍRCULO HILDA HILST foi criado em Belo Horizonte em 2002 e tem como princípio a difusão da vida e escritora e sua obra, por meio de atividades artísticas e culturais gratuitas como forma de acessibilidade do público. Com curadoria e produção de Janine Avelar, Juarez Guimarães Dias e Luciana Veloso, a segunda edição em 2017 resgatou a memória do evento e acolheu novos artistas e pesquisadores de diversas partes do Brasil, numa programação diversa com exposição, leituras, mostra audiovisual, show, teatro, performances, cabaré, deriva poética e seminário, em diversos espaços da capital mineira. O Círculo Hilda Hilst apresenta trechos do espetáculo "A Obscena Senhora H" com a atriz Luciana Veloso, cuja dramaturgia aborda as relações entre vida e obra da escritora ao retratar o romance de Hilda Hilst com seu primo Wilson Hilst enquanto desenvolvia a novela "A Obscena Senhora D". O espetáculo, que completa 2 anos em cartaz desde a estreia, tem dramaturgia e encenação de Juarez Guimarães Dias e foi construído a partir de suas pesquisas sobre a Casa do Sol para o romance "A Casa da Senhora H".

    A soprano Manuela Freua apresenta-se com Leonardo Martinelli para apresentar música inédita de Leonardo sobre versos de Hilda Hilst, uma das canções do CD "A Canção e o Violino", organizado por Manuela e o violinista Emmanuele Baldini, unindo rigor de execução com a busca de repertórios diferenciados. Numa ousada empreitada criaram um CD inteiro só com canções para voz e violino uma bem-sucedida fuga do formato convencional voz-piano, ou voz-violão. O repertório que escolheram para o CD "A Canção e o Violino" foi escrito pelos compositores originalmente para este formato. Ao menos três compositores britânicos escreveram ciclos: Gustav Holst, Rebecca Clarke e Ralph Vaughan-Williams. Do lado brasileiro, a raramente interpretada "Suite pour chante et Violon", assim mesmo, em francês, ciclo de três canções escritas em 1923 por um Villa-Lobos imerso na vida musical parisiense; e esta inédita de Leonardo Martinelli, de 2017, sobre versos de Hilda Hilst: "Roteiro do Silêncio".






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