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Curadoria Hilst

Os Corpos Negros e a África na Educação Brasileira

Territórios, Memórias e Representação da Matriz Africana para além da manifestação cultural e da religião com a Dra. Alessandra Ribeiro

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Não há um povo africano escravizado, mas muitos povos e nações que compuseram a chamada "matriz africana" na sociedade brasileira. Conversamos com a Dr.a Alessandra Ribeiro, coordenadora da Pós Graduação em Matriz Africana na FACIBRA-UNIVIDA, a primeira do tipo no Brasil, para diferenciar a questão da matriz africana que não se resume a uma cultura única e homogênea.

Alessandra refletiu conosco sobre os efeitos da influência da história da África, não apenas no contexto da luta antiracista, mas também na composição da história e da sociedade brasileira.  Sobre a multiplicidade de culturas e religiões que compõe essa matriz, e como ela vai muito além da cultura e das suas manifestações artísticas. Afinal, o Egito é África?

Discutimos a importância da representação de pessoas negras na sociedade, dos símbolos que nos ajudam a perceber e construir uma realidade com diversidade racial e cultural, tão importantes na formação e no fortalecimento da nossa identidade humana e nacional. Sem desconsiderar a necessidade da luta antiracista como parte da educação e da formação dos cidadãos do Brasil.

Não podíamos deixar de falar do jongo e da Fazenda da Roseira, importante centro cultural da região de Campinas, coordenado pela Alessandra.  E falamos da Njinga, rainha do Congo-Angola, importante monarca africana do século XVII e cujo reinado foi tão bem sucedido e é tão pouco conhecido.  

Assista a entrevista completa, e inscreva-se no canal do Youtube Curadoria Hilst.


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