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ACidade ONEconomiaDeputado diz que PDT entrará com nova ação no STF contra PEC dos Precatórios

Deputado diz que PDT entrará com nova ação no STF contra PEC dos Precatórios

Deputado diz que PDT entrará com nova ação no STF contra PEC dos Precatórios

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O PDT entrará com uma nova ação no Supremo Tribunal Federal (STF) contra o mérito da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) dos Precatórios, de acordo com o deputado Paulo Ramos (RJ). No plenário da Casa, o parlamentar disse nesta quarta-feira, 15, que a matéria é inconstitucional e criticou a tramitação do texto no Congresso.

“É um absurdo o que está acontecendo nesta Casa. Desrespeito à Constituição e afronta ao regimento. Portanto, a PEC do calote não vai prosperar”, afirmou o deputado. Na semana passada, o PDT já havia entrado com uma ação no Supremo contra a PEC.

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Em um documento de 40 páginas, o partido argumentou que a proposta é inconstitucional, principalmente no que se refere ao parcelamento dos precatórios, dívidas da União cujo pagamento é determinado pela Justiça.

“Seja a presente Ação Direta de Inconstitucionalidade conhecida e julgada procedente para declarar a inconstitucionalidade total do texto autônomo e das alterações constitucionais e transitórias promovidas pela Emenda Constitucional nº 113/2021”, pediu o partido na petição enviada ao STF.

A Câmara analisa neste momento os destaques à PEC e deve votar ainda hoje o texto-base em segundo turno. Nesta terça, 14, a proposta foi aprovada em primeiro turno com 327 votos a favor, 147 contra e 1 abstenção. Os deputados mantiveram, no primeiro turno, mudanças feitas pelo Senado, como o limite de pagamento de precatórios até 2026, e não mais até 2036, e a destinação do espaço fiscal da PEC para o Auxílio Brasil e despesas previdenciárias. A limitação para as despesas com sentenças judiciais abre uma folga de R$ 43,8 bilhões no teto em 2022.

A mudança no cálculo do teto de gastos, promulgada na semana passada, garante mais R$ 62,2 bilhões no Orçamento. No total, a proposta abre um espaço fiscal de R$ 106,1 bilhões para aumento de gastos no ano que vem. Com a aprovação final, o governo do presidente Jair Bolsonaro (PL) poderá pagar o Auxílio Brasil no valor de R$ 400 e ainda negociar o restante para atender demandas de parlamentares.

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