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ACidade ONEconomiaLight/Marinho: Dívida líquida deve estar controlada no 2º ou 3º trimestre de 2023

Light/Marinho: Dívida líquida deve estar controlada no 2º ou 3º trimestre de 2023

Light/Marinho: Dívida líquida deve estar controlada no 2º ou 3º trimestre de 2023

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O diretor de relações com investidores da Light, Gisomar Marinho, prevê estabilização das despesas financeiras da companhia no segundo ou terceiro trimestre de 2023. Questionado sobre o controle da dívida líquida em teleconferência com investidores na tarde de hoje, o executivo disse ter essa perspectiva para o ano que vem.

“Esse ano há um investimento grande a ser feito. E não há expectativa nenhuma de queda dos juros ou da inflação. Por mais que caia, (a inflação) não vai voltar ao patamar de 2021”, disse.

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“Mas em 2023, vamos ver uma reversão desse fluxo com a materialização dos ganhos de receita da revisão tarifária (realizada em março) e dos resultados que a gente espera capturar com investimentos”, continuou. “Então essa reversão do endividamento líquido vai acontecer lá para o segundo, terceiro trimestre de 2023”, concluiu.

Apesar da alta de 59% no Ebitda do segundo trimestre na comparação anual, para R$ 613 milhões, a Light reportou ontem prejuízo líquido de R$ 80 milhões no período, fortemente impactada pelo resultado financeiro negativo em R$ 608 milhões. Isso se deve ao crescimento dos indexadores de juros da dívida da Light, CDI (65%) e IPCA (35%).

Por isso, informou a empresa, o custo nominal da dívida saltou de 11,9% para 13,5% na passagem do primeiro para o segundo trimestre. Na comparação anual, esse custo quase dobrou, ao saltar de 7% no fim de junho de 2021 para 13,5% em junho de 2022.

A companhia fechou o segundo trimestre com uma dívida líquida de R$ 8,5 bilhões, 37% maior que a dívida líquida registrada no segundo trimestre do ano passado, de R$ 6,2 bilhões. Na margem, houve aumento de 4,9% na comparação com a dívida registrada ao fim de março, de R$ 8,1 bilhões.

Investimentos

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Marinho também explicou que a forte carga de investimentos registrada no segundo trimestre deste ano se deve ao reforço na política de combate a perdas com intuito de capturar, já em 2023, resultado de receita.

Também com esse objetivo, outro fator que pesou nos investimentos do período, disse o executivo, foi a antecipação de investimentos para expansão de rede de distribuição antes previstos para o quarto trimestre. A estratégia busca driblar as chuvas de verão do fim do ano, que limitam a execução das obras.

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