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ACidade ONEconomiaPrograma capacita mulheres para que rompam dependência emocional e financeira

Programa capacita mulheres para que rompam dependência emocional e financeira

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O Instituto Rede Mulher Empreendedora (IRME), em parceria com a Fundación Mapfre, lança programa de desenvolvimento pessoal e capacitação técnica. A ação é destinada a 50 mil mulheres de todo o país que vivam ou tenham passado por situações adversas de desemprego, fome, violência doméstica, entre outras.

O programa “Ela Segura”, com inscrições abertas em elasegura.com.br, oferece apoio para que mulheres possam desenvolver negócios, se reposicionar no mercado de trabalho ou conquistar outras formas de atividade remunerada.

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Administração financeira, comunicação pessoal e nos negócios, fundamentos de empreendedorismo, autoconfiança, empregabilidade e marketing são alguns dos temas oferecidos no curso online, com duração de um ano.

O “Ela Segura” selecionará 160 negócios que receberão aporte financeiro de R$ 3.000 e acompanhamento técnico. O programa ainda oferece, para pelo menos 2.500 mulheres, treinamento e mentorias online, além de auxílio alimentação mensal de R$ 110 durante seis meses.

A metodologia apresentou resultados positivos nas vidas de mais de 170 mil mulheres que passaram pelo IRME desde 2017.

“No Brasil temos muitas mulheres em situação de vulnerabilidade social e financeira, dependentes e acabam oprimidas, fora ou dentro de casa”, diz Ana Fontes, presidente do Instituto e finalista do Prêmio Empreendedor Social do Ano em Resposta à Covid-19.

Segundo ela, para reverter isso, é preciso auxiliá-las, tanto na autoestima como em suas condições profissionais. “Acreditamos que mulheres desenvolvidas financeira e emocionalmente são fundamentais para o desenvolvimento pessoal e da comunidade onde vivem.”

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Para Fátima Lima, representante da Fundación Mapfre no Brasil, o empreendedorismo feminino é instrumento de inclusão e transformação social. “Ao empreender, a mulher não apenas cria seu próprio negócio; ela rompe ciclos de violência, falta de visibilidade, respeito e empoderamento”, diz.

A iniciativa fortalece o compromisso da instituição com a Agenda 2030 da ONU ao fomentar a igualdade de gênero e empoderar mulheres para o mercado de trabalho. “Investir no público feminino é investir no desenvolvimento econômico e social do país”, diz Fátima Lima.

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