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Minha experiência no Waterline: o segredo para completar o trajeto

Em minha experiência no Waterline junto com meu irmão, descobrimos o segredo para ir bem no Waterline.

| ON Adventure -

Sanner durante a travessia da fita sobre a água. | Imagem: Egner Oliveira
Com o calor chegando, as modalidades que envolvem água são bem vindas.
O waterline é a versão feita sobre a água que deriva do slackline, a fita de equilíbrio comumente vista entre árvores nas praças e parques.

Eu e meu irmão, Egner Oliveira, fomos até uma piscina natural para praticar waterline. CONFIRA O VÍDEO AO FINAL DA MATÉRIA
Por ser feito acima da linha da água, e por saber que se desequilibrarmos vamos passar dessa linha, diferentemente do slackline tradicional em que a fita está próxima do solo firme, é normal sentir uma dificuldade a mais no início.

Tudo é uma questão de referência visual e percepção real do solo firme, que no caso do waterline, é o fundo da piscina. 
Saber que retornar à fita demora mais após cada queda, te faz não querer desequilibrar. A mente fica ansiosa, o que gera um efeito contrário, e as quedas se tornam mais frequentes.

Mas aos poucos, com o condicionamento e a mente mais calma, o equilíbrio vinha surgindo.

Eu alternava as tentativas com meu irmão. Quando um cansava o outro subia na fita. 

O desempenho oscilava a cada vez que eu ia aumentando a distância percorrida. Quanto mais eu avançava, a ansiedade retornava. A sensação de que já tinha ido além do merecido é uma armadilha da mente, e com isso eu voltava a perder performance. 

O processo de repetição leva à evolução, mas também ao cansaço.

Sei que isso não é um bicho de 7 cabeças e que já consegui várias outras vezes, além de saber que a queda na água é a parte mais divertida dessa modalidade. Diante disso, fomos relaxar e nos divertir, e então, a travessia completa aconteceu!

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