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GoPro Hero 10 é lançada oficialmente. Confira como foi sua evolução.

Muito utilizada pelos aventureiros para registrar os momentos na terra, no ar e na água, a GoPro Hero 10 foi lançada hoje (16). Confira sua evolução.

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A câmera de ação mais famosa do mundo, a GoPro Hero, lançou a sua versão 10 nesta quinta (16).

Muito desejada e usada por praticantes de esportes radicais, ela passou a ser querida também por todo tipo de pessoa que ama viajar, para registrar momentos de diversão sozinho ou em família, na terra, no ar ou na água.

Seu tamanho reduzido, sua ótima qualidade de imagem, sua lente "olho de peixe" que permite a filmagem em formato selfie (antes mesmo do advento dos smartphones) e o fato de ser a prova d'água foram os grandes diferenciais que se tornaram marcos na história da gravação de vídeo. 
 


Comprei minha primeira GoPro em 2010, a primeira GoPro que filmava em Full HD, chamada de GoPro Hero 1. Antes dela, eu usava filmadoras do tipo "handcam" que gravava em fitas Mini-DV e para me auto gravar, ou seja, fazer uma selfie, e poder ficar enquadrado, eu precisava colocar uma lente olho de peixe. Não era a prova dágua, e isso dificultava ainda mais.

Mas nessa primeira versão, ela ainda tinha suas limitações, como por exemplo a baixa qualidade da imagem em lugares com pouca iluminação como os cânions em que sempre gravei. Não tinha entrada de microfone, e a qualidade de áudio era ruim, ainda mais quando captado dentro de uma caixa estanque para proteção contra água.

Possuía um visor de LCD frontal, numérico (igual de calculadora) apenas para mostrar o modo de gravação. Para saber o modo, era preciso decorar pelo manual, todas as siglas de 3 letras formadas a partir dos números. Sem LCD traseiro, não se podia ver o enquadramento.

As versões que são lançadas todo final de ano, traziam melhoras a cada versão.
Entrada de microfone, melhor qualidade em baixas luzes e de forma geral, melhor qualidade de áudio, estabilização de imagem, mais frames para fazer câmera lenta, recursos como time lapse que já entrega um vídeo pronto, conexão wi-fi para operação pelo celular, recursos de GPS que medem velocidade e força da gravidade, LCD traseiro com touch screen, menu facilitado e intuitivo, com ícones, LCD dianteiro para ver se está enquadrado quando se grava em selfie, 4k, 5.3k, e transmissão ao vivo, além de mais outros recursos que derivam destes principais que mencionei.

Mas nem tudo são flores. Cada melhoria era acompanhada de pontos negativos.
As antigas eram maiores, mais robustas. Eu já estive em uma situação onde duas GoPros, uma versão 2 e outra versão 4, caíram de 150 metros de altura, em um gramado. A antiga, versão 2, só quebrou a caixa estanque, e funciona até hoje. Já a versão 4, que é menor e mais frágil, rompeu seu delicado sistema interno e parou de funcionar.  
GoPro Hero 10 | Imagem: Reprodução
Além da fragilidade estrutural, os softwares também começaram a apresentar falhas, travamentos, e às vezes, lentidão, principalmente com as atualizações de firmwares.

O alto consumo de bateria também é um ponto que incomoda. Ter de trocar bateria em meio a situações extremas, não é legal, além da preocupação em gerenciar o consumo durante uma gravação.

A partir da versão 5, as GoPros passaram a ser à prova dágua até 10m, sem a necessidade da caixa estanque. Isso foi ótimo, mas inúmeros são os relatos de consumidores de que esta vedação falhou. Às vezes o fato de trocar a bateria numa praia, por exemplo, pode deixar um grãozinho de areia na borracha de vedação, e então, entrar água.

O preço também não pode deixar de ser citado. As primeiras versões tinham o preço padrão de 299 dólares. Como novos recursos nas novas versões ela passou a 349, e em suas últimas versões, atingiu 399 dólares. Com o câmbio nas alturas, 100 dólares a mais pode representar quase 600 reais a mais em seu preço, isso comprado lá no exterior. Os preços para quem compra no Brasil são altíssimos.

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