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7 motivos para você mudar de vida, abandonar o sedentarismo, colocar o tênis e passar a correr

Com o treinamento ideal, a corrida de rua provoca mudanças significativas na saúde do corpo e da mente. O ONRUN te convida a conhecer os 7 motivos para você começar a correr

| ON Run -

7 motivos para abandonar o sedentarismo. A corrida de rua pode trazer muitos benefícios para os corredores. (Crédito: pexels).
 

Quem corre seus males espanta! O dito popular na verdade tem a ver com a música, mas a licença poética cabe quando o assunto é a corrida de rua. A melhora no condicionamento físico, a perda de peso, o reencontro com a autoestima e com o bom humor são alguns dos efeitos colaterais conhecidos para quem escolheu correr.

Na realidade, o que se tem com a prática de atividade física como a corrida de rua é um combo de possibilidades de saúde física e mental e de socialização que transformam o esporte em uma verdadeira filosofia de vida.

Abaixo selecionamos sete benefícios que certamente vão te ajudar a compreender como a corrida de rua é transformadora.

1. Correr deixa você menos estressado e faz bem ao coração

Quando corremos nosso corpo ativa e libera diferentes hormônios, um bem conhecido é um neurotransmissor chamado serotonina. Ele funciona como um maestro e sua batuta ajuda a controlar as emoções, o humor e a influenciar as habilidades motoras e de trabalho, além de atuar no processo digestivo e fluxo sanguíneo.

Quando a corrida de rua se torna uma prática habitual o condicionamento do músculo cardíaco do corredor além de melhorar, também é fortalecido, o que implica na melhoria do fluxo sanguíneo no corpo. 

2. Correr reduz os níveis de colesterol e elimina peso

Isso porque a corrida contribui na melhora dos marcadores bioquímicos do sangue, entre eles, o colesterol, que é utilizado como energia, diminuindo assim a sua concentração na corrente sanguínea e, consequentemente, aquele acúmulo indesejável e perigoso na parede das artérias.

Sabe o colega do trabalho que eliminou números na balança com a corrida e deixou a firma com inveja? A culpa é a queda dos ácidos graxos, moléculas de gordura rica em energia, mas que em quantidade elevada no corpo pode provocar problemas de saúde. Mais corrida, menos ácidos graxos.

3- Correr dá disposição, alivia a ansiedade e ajuda na depressão 


Olhe a sua volta, dificilmente você vai encontrar um corredor ou praticante ativo de atividade física cansado ou com preguiça. Pelo contrário! Quem tá sempre ON é quem tem mais disposição pra pegar um café, o documento na copiadora, organizar eventos, trabalhos voluntários e mobilizar outros colaboradores para um treino básico de 10km às 6h no domingo.

Lembra da serotonina do motivo número "1"? Pois é, quando a produção desse neurotransmissor é baixa, aumenta a incidência de casos de ansiedade e depressão.

A corrida intensifica a produção de serotonina na corrente sanguínea e com isso reduz os dolorosos sintomas da depressão. Números da Organização Mundial da Saúde (OMS) apontam que o Brasil é o segundo país do mundo em número de casos de depressão, quase 6% da população brasileira vive com a doença invisível e perigosa.

4- Correr faz bem à saúde, mas é preciso começar a treinar 

Independente da modalidade esportiva que você pratique, o resultado esperado passa pelas etapas do treinamento esportivo. E com a corrida de rua, não é diferente. 

Treinamento esse que deve ser planejado a médio e longo prazo, pois é necessário que se respeite, por exemplo, as diferenças individuais, anatômicas e funcionais de cada um. Um corpo, um atleta, um limite! 

Na fase inicial, o corredor começa a desenvolver e despertar habilidades motoras básicas do dia a dia como a coordenação simples, a flexibilidade e aquisição de capacidades físicas que interferem na velocidade, na força e no desenvolvimento básico da técnica esportiva de cada indivíduo.

Atenção: as tarefas devem priorizar não só a saúde física do iniciante, mas também a saúde mental. Além de motivar, a corrida de rua precisa ser divertida e prazerosa!

Ao andar por parques e ruas, é comum observar muitos praticantes que chegam e dão aquela alongada clássica, puxam a perna para trás, empurram a árvore ou a parede, e já saem para o treino, seja ele intervalado ou contínuo em diferentes meios para sua realização.

Pensa comigo: se você ficou o dia inteiro no escritório, por exemplo, certamente, permaneceu em uma posição contrária à mecânica de corrida, e principalmente, ficou um bom tempo produzindo pouco líquido sinovial, que é responsável pela lubrificação das articulações.

Esse líquido é estimulado pelo movimento, por esse motivo, ao acordar estamos mais travados e à medida que vamos nos movimentando parece que o corpo vai ficando mais solto.

O treinamento deve ser dividido em três partes: preparatória, principal e final.

A parte preparatória diz respeito ao aquecimento e deve conter alguns exercícios de alongamento. O ideal é que seja com movimento. Pode ser um trote lento intercalado com corridas curtas em ritmos progressivos, exercícios de coordenação de corrida e algumas corridas curtas em ritmo progressivo. 

Essa fase tem por objetivo, alcançar o estado físico e psíquico ideal, além da prevenção de lesões. 

É possível atingir esse objetivo através da elevação da temperatura corporal, da temperatura da musculatura e preparação do sistema cardiovascular e pulmonar para a atividade e o desempenho.

Essa elevação de temperatura produz uma redução da resistência elástica e da resistência do atrito, assim, a musculatura, os ligamentos e os tendões tornam-se mais elásticos e menos suscetíveis a lesões ou rupturas. 

A parte principal é o momento em que as atividades trabalhadas devem ter como objetivo a manutenção, o desenvolvimento ou o aprimoramento das características físicas dos alunos. Para isso, a escolha dos meios e métodos de trabalho é fundamental.

Portanto, se a sessão tem por objetivo trabalhar velocidade, é necessário que os estímulos sejam específicos de velocidade e não maiores do que 70 ou 80 metros. 

Se for a força, os movimentos devem ser específicos de força e pertinentes aos grupos musculares, que apresentam maior influência no gesto técnico. 

Para a resistência aeróbia, é possível utilizar o limiar determinado em metros por segundo (km/h - Min/km) ou a fórmula básica de Karvonen (220-idade) para graduar a intensidade através de percentuais, como: 40 a 60% para regenerativo, 65 a 80% para o desenvolvimento e melhora da capacidade aeróbia e acima de 80% para a melhoria da potência aeróbia. 

Já na parte final, também chamada de volta à calma, tem como função principal conduzir o organismo àquelas condições de pré-treinamento. 

Os níveis de Ph sanguíneo e muscular são normalizados através da remoção de catabólitos produzidos durante a atividade, principalmente, amônia que se forma em exercícios de curta duração, de alta intensidade, nos exercícios de força e exercícios aeróbios moderados, mas com duração superior a 30 minutos. 

Isso é possível por conta da redução da frequência cardíaca e da temperatura corporal, entre outros. Normalmente, a volta à calma se dá através de trotes leves e exercícios de relaxamento associados ao alongamento. 

O ONRUN preparou um conteúdo para que você se aprofunde nos treinamentos.


5- Correr e a presença do professor 

A parte técnica é muito importante pois sua função é a de auxiliar o corredor a economizar energia e evitar possíveis lesões. Isso porque o movimento fica mais limpo e, com isso, os músculos gastam menos energia para desempenhar uma determinada função. 

Os principais especialistas que atuam com corrida orientam que o atleta busque um professor para ajudar a realizar e corrigir o seu movimento, possibilitando que o aluno melhore ainda mais o seu desempenho.

O ideal é que seja desde o início, mas, na maioria das vezes, sabe-se que o corredor passa a buscar um profissional quando percebe que algo está errado. Seja porque não consegue evoluir nos treinamentos, quando começa a se machucar com frequência ou perder o interesse pela corrida.

A ausência de um especialista somada a uma corrida executada com falhas faz com que os treinamentos sejam menos prazerosos. É que um treino não dialoga com o outro, a progressão de carga não acontece e, como consequência, nos as tretas das lesões. 

Por exemplo, atletas que correm caindo muito para frente, possivelmente, precisam trabalhar as cadeias cruzadas, principalmente, o abdômen e a região do core. Isso porque o corredor leva o tronco muito para frente. Qual a treta? Lesões na lombar, dor no ciático, nos glúteos, nos isquiotibiais e nos joelhos.

Solução? Ter consciência da postura, fortalecer o abdômen e as cadeias cruzadas, que ajudam a estabilizar o tronco e alongar a lombar.

Em alguns casos, o corredor desiste dos treinos ou treina apenas em função de um determinado evento que acontece num final de semana, o que acaba sendo a referência para os treinos. 

Um conjunto de situações faz com que o corredor tenha uma postura inadequada para corrida, por isso o ideal é entender quais exercícios podem ajudar a melhorar. Saiba mais


6- Correr e se especializar na corrida de rua 

Com o passar dos treinos e do tempo, o foco é o aperfeiçoamento da técnica referente a modalidade escolhida pelo atleta iniciante e tem a ver muito com "força"! 

Esse aprimoramento está relacionado com o desenvolvimento da velocidade, flexibilidade, força e resistência muscular, força de potência, força máxima e a resistência aeróbia e anaeróbia. 

Atenção: nesta fase, o treinamento deve ser mais refinado, pois prepara o praticante, que vai estar mais forte, para cumprir desempenhos ainda mais ambiciosos. 

7- Correr em alto desempenho é possível 

Nesta fase de treinamentos, o corredor tem a missão de aperfeiçoar e manter as capacidades e habilidades físicas e motoras desenvolvidas nas fases anteriores. Com isso, trabalhar e corrigir o que for necessário para o melhor desempenho em uma modalidade específica ou em provas de 5 km, 10 km, 21 km ou 42 km. 

Para conhecer melhor, não só as fases, mas também as planilhas de treinamento é só dar um play no vídeo abaixo que preparamos para você. 




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