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Chayenne Silva leva ouro e Brasil já soma 18 medalhas em Cáli

A atleta dos 400 m com barreiras venceu a prova com 55.97, num dia de muitos pódios para a equipe brasileira de atletismo nos Jogos Pan-Americanos Júnior.

| ON Run -

 

Chayenne Silva leva ouro nos 400 m com barreiras (Foto: Camila Dantas/COB)

 

A atleta Chayenne Pereira da Silva levou mais um ouro para o atletismo do Brasil, nos 400 m com barreiras, nesta quinta-feira (2), nos Jogos Pan-Americanos Júnior (Sub-23), que estão sendo disputados no Estádio Pascual Guerrero, na cidade de Cáli, Colômbia. Foi o terceiro dia de disputas do atletismo que termina no sábado (4).

Chayenne dominou a prova desde o início para a vitória em 55.97, resultado que assegura a barreirista presença nos Jogos Pan-Americanos de Santiago em 2023. Ariliannis Colas, de Cuba, ficou com a prata (57.20) e Valeria Cabezas, da Colômbia, com o bronze (57.49).

"Esse é um período difícil para fazer resultado e correr a terceira melhor marca da minha vida me deixou realmente muito satisfeita. Foi melhor do que eu esperava. Sabia que seria difícil, até pela própria pressão porque minha adversária estava na casa dela, mas eu não podia deixar isso interferir com minha mente. Estava concentrada no que eu tinha de fazer e deu certo", afirmou Chayenne que treina com Marsele Mazzoleni Machado.

Também nos 400 m com barreiras masculino o Brasil foi ao pódio, numa dobradinha no segundo e terceiro lugares, com Caio de Almeida Teixeira (Centro Olímpico-SP), prata, em 51.48, e Matheus Liberato Coelho (CT Maranhão-MA), bronze, com 51.64 - se jogou na chegada para garantir a colocação. O cubano Yoao Illas ficou com o ouro (50.91).

"Eu gostei da prova no começo, mas no final acabei me perdendo um pouco, mas forcei nos últimos 40 metros e consegui a medalha", disse Caio que treina com Victor Fernandes. "Brasileiro não desiste nunca e lutei até o final, me joguei mesmo, estão aqui as marcas de guerra", disse mostrando o braço com um pequeno ferimento. "Valeu a pena e trouxe mais uma medalha para o Brasil", disse Matheus, que treina com Maíla Machado.

O segundo ouro do Brasil na noite desta quinta-feira veio com o revezamento 4x100 m masculino. Adrian Vieira, Lucas Vilar, Erik Cardoso e Lucas Rodrigues da Silva fizeram 39.21. O Equador ficou com a prata (40.02) e a Argentina com o bronze (40.63).

Com Vida Aurora Caetano, Rita de Cássia Ferreira, Letícia Lima e Gabriela Mourão, o Brasil conquistou a medalha de prata no revezamento 4x100 m (44.04). A Colômbia ficou com o ouro (43.59) e o Equador com o bronze (44.56).

Nos 100 m com barreiras as brasileiras duelaram com as cubanas. Ketiley Batista (ASPMP-SP) ficou com a medalha de prata em 13.27 (-0.6), dividindo o pódio com as cubanas Greisys Roble, que ganhou o ouro com 13.07, e Keily Ibanez, o bronze com 13.33. A brasileira Micaela Rosa de Mello (UCA-SC) terminou em quarto com 13.51. "Estou feliz, satisfeita com o meu objetivo que era subir no pódio, mas só eu e o meu treinador sabemos o quanto foi difícil", disse Ketiley, que treina com Luiz Consolino.

Tiffani Marinho (Orcampi-SP) ganhou a medalha de bronze nos 400 m rasos, com 52.67. Fiordaliza Cofil, da República Domicana foi a primeira colocada (52.10) e Martina Weil, do Chile, a segunda (52.35). "Eu estou no meio da base, vim em busca de um bom resultado, como em todas as competições, mas entrei com o meu coração leve para me divertir e dar o meu melhor. E o meu melhor hoje foi o terceiro lugar. E estou feliz com a medalha", disse a atleta olímpica que treina com Evandro Lazari.

Arielly Kailayne Rodrigues (Rondonópolis-MT), que treina com Jose Elias de Souza, ganhou a primeira medalha do programa desta quinta-feira (2/12), bronze no salto em altura com 1,76 m. Jennifer Rodriguez, da Colômbia, ganhou a medalha de ouro (1,90 m) e Marysabel Senyu, da República Dominicana, a prata (1,81 m).

Com as dez medalhas ganhas na programação desta quinta-feira, a equipe de atletismo do Brasil soma 18 medalhas (7 de ouro, 6 de prata e 5 de bronze). 

 

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