A estiagem que a região vem enfrentando nos últimos meses obrigou Piracicaba a reduzir em 16% o volume de água tratada na cidade. De acordo com o Executivo Municipal, a medida foi tomada por causa da baixa vazão dos rios e pela poluição.
Segundo o Daee (Departamento de Água e Energia Elétrica do Estado de São Paulo), a vazão normal para o mês de agosto para o rio Piracicaba é de 50 m³ por segundo. Nesta quinta-feira (22), a vazão registrada é de 20 m³ por segundo, 60% a menos que o esperado para o mês. O rio Piracicaba é responsável pelo abastecimento de 20% da cidade.
No rio Corumbataí a situação não é diferente. A vazão de água esperada para o período é de 6 m³ e hoje está em 3 m³ por segundo.
Rio Piracicaba também enfrenta desequilíbrio que aponta má qualidade da água
Além da baixa vazão, o rio Piracicaba também enfrenta outro problema: a grande quantidade de matéria orgânica na água, que tem, inclusive, propiciado o aparecimento de vegetação em cima das pedras do rio. De acordo com especialistas, esse é um sinal claro que a qualidade da água está ruim.
Técnicos do Semae (Serviço Municipal de Água e Esgoto) realizaram coleta de água, na manhã de hoje (22), na plataforma de captação de água na Rua do Porto, para averiguar as condições de água. Os resultados apontam que a oxigenação da água, no local, está em 5%.
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