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PiracicabaCotidianoGuarujá declara surto de virose gastrointestinal após dezenas de casos

Guarujá declara surto de virose gastrointestinal após dezenas de casos

O governo de SP monitora o aumento dos casos de gastroenterite na cidade para entender a extensão do surto

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O final de ano no Guarujá foi marcado por um surto de gastroenterite, uma virose que afetou tanto turistas quanto moradores. A doença, que gerou sintomas como náuseas, vômitos, diarreia e dores intensas na barriga, sobrecarregou o sistema de saúde local. Muitos buscaram atendimento médico, resultando em uma alta demanda pelos serviços de saúde da cidade.


Além do Guarujá, municípios vizinhos da Baixada Santista, como Praia Grande, também notaram um aumento significativo de casos de gastroenterite. A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo confirmou que a situação no Guarujá é considerada um surto devido ao volume de casos registrados.


Os sintomas mais comuns associados ao surto de gastroenterite incluem:
Náuseas
Vômitos
Diarreia
Dores abdominais intensas

Além do Guarujá, turistas e moradores de Santos, Praia Grande e São Sebastião também relataram os mesmos sintomas, mas ainda não foi confirmado que se trata de um surto nessas localidades. A Secretaria de Saúde de São Paulo está monitorando a situação para avaliar a extensão dos casos.


Investigação do surto de gastroenterite


A diretora da Divisão de Doenças de Transmissão Hídrica e Alimentar da Secretaria de Estado da Saúde, Alessandra Lucchesi, explicou em entrevista que o surto no Guarujá é definido pelo alto número de atendimentos registrados. O município está realizando uma investigação epidemiológica para determinar a origem dos casos, que podem ter sido causados por transmissão hídrica ou alimentar.


“Estamos verificando se houve consumo de alimentos em locais específicos ou se a contaminação está relacionada à qualidade da água, tanto do mar quanto da água potável”, disse Alessandra.

A investigação também inclui a coleta de amostras de água e de fezes dos pacientes, que são enviadas para análise no Instituto Adolfo Lutz. A pesquisa tem a intenção de identificar a presença de bactérias, vírus ou parasitas, e o tempo para obter resultados varia conforme o agente causador. Enquanto as bactérias demandam cerca de dez dias para o resultado, vírus e parasitas têm um retorno muito mais rápido.

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A Secretaria de Saúde de São Paulo está acompanhando de perto a situação nos municípios do litoral, especialmente no Guarujá e Praia Grande. Embora ainda não seja possível confirmar um aumento significativo em relação ao ano anterior, Alessandra Lucchesi destacou que, devido à sazonalidade da doença, o aumento de casos no início do ano é esperado.

“A contagem dos casos segue o calendário epidemiológico semanal. Na próxima segunda-feira, devemos ter uma visão mais clara sobre a situação, não só nesses municípios, mas em todo o estado de São Paulo”, informou a especialista.

*Com informações de Agência Brasil

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