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PiracicabaCotidianoPolícia faz operação contra esquema milionário em jogos de azar no interior paulista

Polícia faz operação contra esquema milionário em jogos de azar no interior paulista

Além dos Jogos de azar, investigações indicam a existência de uma rede de lavagem de dinheiro que atuava há anos

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A Polícia Civil realizou, na manhã desta terça-feira (13), uma operação contra um grupo chamado “Pavão de Ouro”, suspeito de movimentar cerca de R$ 97 milhões por meio da exploração ilegal de jogos de azar no interior do Estado de São Paulo.

Mandados cumpridos em quatro cidades

Foram cumpridos mandados de busca e apreensão nas cidades de Ribeirão Preto, Santa Rosa de Viterbo, São João da Boa Vista e na capital paulista. Durante a ação, os agentes apreenderam dispositivos eletrônicos, equipamentos utilizados nos jogos de azar, veículos de luxo e dinheiro em espécie.

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Operação “Quebrando a Banca”

Batizada de “Quebrando a Banca”, a operação teve como alvos o líder da organização, seus integrantes e o núcleo empresarial que recebia as transferências bancárias vindas do esquema.

Ao menos 8 envolvidos foram identificados e passarão pelos processos em liberdade. Os suspeitos devem responder pelos crimes de lavagem ou ocultação de bens, associação criminosa e exploração de jogos de azar. Os nomes dos envolvidos não foram divulgados.

Investigação aponta esquema de lavagem de dinheiro

As investigações, conduzidas pela Deic (Divisão Especializada em Investigações Criminais) de Piracicaba, indicam a existência de uma rede de lavagem de dinheiro que atuava há décadas em cidades dos estados de São Paulo e Minas Gerais.

Segundo a apuração, o grupo contava com responsáveis pela gestão e circulação dos valores, que realizavam transferências e depósitos fracionados para dificultar o rastreamento do dinheiro. Para ocultar a origem dos recursos, eram utilizadas empresas de fachada e pessoas interpostas.

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Movimentações incompatíveis com renda declarada

Relatórios de inteligência revelaram movimentações financeiras consideradas incompatíveis com a capacidade econômica declarada pelos investigados. De acordo com a Polícia Civil, apenas o líder do grupo, sozinho, teria movimentado mais de R$ 25 milhões em um único semestre de 2024.

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Uso de imóveis e bens em nome de terceiros

A investigação também identificou a utilização de transações imobiliárias realizadas com pagamento em dinheiro e a compra de bens registrados em nome de terceiros como parte da estratégia para disfarçar a origem dos valores obtidos ilegalmente.

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isabelagalvao
isabelagalvao
Estudante de jornalismo de 22 anos, graduanda na Puc Campinas, com experiência de estágio de um ano e meio em emissora local.

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