O Engenho Central será palco, neste sábado (6) e domingo (7), da 14ª edição do Festival Curau, que em 2025 reúne nomes consagrados da música brasileira, como Chico César, Karnak e Melly. A programação é gratuita e os ingressos podem ser retirados pelo site oficial do evento ou diretamente na portaria.
Idealizado pelo Instituto Curau, o festival é viabilizado pela PNAB (Política Nacional Aldir Blanc) e pela PNCV (Política Nacional de Cultura Viva), do Ministério da Cultura, com apoio da secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado e da Prefeitura de Piracicaba.
Diversidade musical e cultura popular
No sábado, um dos destaques é o espetáculo Auto do Guriatã, que leva ao palco a força do Bumba meu Boi com as mestras Ana Maria Carvalho e Graça Reis e os mestres Sapopemba e Tião Carvalho, além da participação especial do tradicional Boi de Maracanã, do Maranhão. A noite termina com o aguardado show de Chico César, que apresenta a turnê comemorativa dos 30 anos do álbum Aos Vivos.
A programação tem início às 14h, com shows de Americana Jazz Big Band, Criando Pontes, Matuto S.A., Nelson D e Samba de Lenço Mestre Antônio Carlos Ferraz, que convida o Samba de Bumbo Nestão Estevam. O público também poderá participar de vivências no Galpão Arandu, além de visitar a feira criativa e o espaço gastronômico.
No domingo, a abertura fica por conta do grupo piracicabano Quilombola, que recebe o pesquisador e escritor Luiz Antônio Simas para uma roda de samba e palestra aberta. No palco principal, a banda Karnak, fundada por André Abujamra, promete uma apresentação marcada pela mistura de rock, música eletrônica e ritmos brasileiros. Quem encerra o festival é a cantora Melly, indicada ao Grammy Latino 2024 e um dos nomes em ascensão do R&B nacional.
Também integram a programação de domingo Cantavento, Congada de São Benedito e Batuque de Umbigada de Capivari. O Galpão Arandu recebe ainda a Feijoada Quilombola, atividades reflexivas e apresentações musicais.
Festival enraizado no território
Criado em 2012 por Mari Pedrozo e Leo Magnin, com coordenação atual compartilhada com Mayra Kristina, o Festival Curau consolidou-se como um encontro entre artistas, coletivos, mestres e público em torno da cultura popular. Para os organizadores, o evento preserva tradições ao mesmo tempo em que promove o diálogo com linguagens contemporâneas.
“Buscamos evidenciar a cultura popular e fortalecer manifestações tradicionais e atuais. Nesta edição, investimos em uma estrutura maior e em uma programação ainda mais diversa”
afirma Leo Magnin
Mari Pedrozo ressalta o caráter colaborativo do festival e sua relação com o território piracicabano, enquanto Mayra Kristina destaca que o nome Curau sigla para Culturas Regionais e Artes Urbanas sintetiza a proposta de unir tradição e contemporaneidade.
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