Bolsonaro cancela ida à Fiesp e desmarca jantar com empresários Bolsonaro cancela ida à Fiesp e desmarca jantar com empresários

Bolsonaro cancela ida à Fiesp e desmarca jantar com empresários

Bolsonaro cancela ida à Fiesp e desmarca jantar com empresários

O presidente Jair Bolsonaro cancelou ida à Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) como candidato à reeleição. O chefe do Executivo havia marcado uma visita a entidade dia 11 de agosto. Bolsonaro também desistiu de jantar com empresários do grupo Esfera Brasil no mesmo dia.

A Fiesp confirma que o presidente não irá mais à entidade. Extraoficialmente, o motivo é a pressão que o chefe do Executivo sofreria para assinar o manifesto pela democracia articulado pela Fiesp e que tem o apoio de entidades como a FecomercioSP e a Febraban.

A Fiesp recolhe assinaturas para o documento em meio aos ataques sem provas do chefe do Executivo ao sistema eleitoral brasileiro. A entidade presidida por Josué Gomes pretendia convidar Bolsonaro a assinar a carta no debate da semana que vem. Nesta terça-feira, 3, em entrevista, o presidente rejeitou tornar-se signatário. 'Essa carta é política, não preciso dizer se sou democrático ou não', declarou. 'Não precisa de carta, comprovo que sou democrata pelo que fiz'.

Também no dia 11 de agosto, um ato está marcado na Faculdade de Direito da USP, em São Paulo, no Largo de São Francisco, durante a manhã, juristas, empresários, banqueiros, ex-ministros do Supremo Tribunal Federal e representantes de diversas entidades da sociedade civil planejam se reunir para um evento de resposta aos ataques de Bolsonaro ao Tribunal Superior Eleitoral.

A Fiesp tem realizado debates com os candidatos à presidência para entregar as diretrizes propostas pelo setor industrial para o País e ouvir os planos de governo de cada presidenciável.

A entidade empresarial já sabatinou a candidata do MDB à Presidência, Simone Tebet, e vai debater temas de interesse do setor com o maior rival de Bolsonaro na disputa pelo Palácio do Planalto, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), na próxima terça-feira.

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